29 de abril de 2021

Entrada

Luís de Camões

Encontre aqui Recursos de Estudos Camonianos


Retrato do poeta, c. 1573/5,por Fernão Gomes (1548-1612)
Luís de Camões (?, c. 1524 – Lisboa, 1580) é um dos maiores escritores do mundo, em língua portuguesa. Desde o Classicismo (séc. XVI) até à nossa contemporaneidade, que “o engenho e arte” manifestados pelo poeta na sua epopeia “Os Lusíadas” e nos seus poemas líricos tem fascinado o leitor comum e o leitor especializado, proporcionando extensa e diversa receção crítica (artigos, ensaios, teses académicas...), glosas de homenagem e emulativas, criativa recriação por parte de escritores. Em todas as épocas, contínuas gerações têm admirado a sua obra e nela encontrado o eco ou o desvelar dos seus próprios sonhos e anseios. Nesse sentido, como referiu o camonista Vítor M. Aguiar e Silva, “Camões é um clássico que tem sido moderno ao longo dos séculos”.

Pode navegar pelas suas múltiplas facetas através das páginas aqui apresentadas:

A sua vida divulga informação e recursos sobre a biografia do poeta.

A sua obra mostra inicialmente as obras camonianas arrumadas por género (lírica, épica, teatro, cartas) e, dentro de cada género maior, fornece os textos dos subgéneros. No final, providencia-se a ligação para as Obras digitalizadas de Luís de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal.

A época apresentará ligações para: os grandes movimentos culturais e filosóficos que modelaram o tempo histórico de Camões; a influência de autores espanhóis e italianos; autores contemporâneos de Camões.

Testemunhos consiste numa antologia de excertos de consagrados camonistas sobre a vida e a obra de Camões.

Fortuna crítica contém listas de referências (bibliografia passiva) sobre a vida e a obra de Camões: receção crítica (camonistas, teses académicas, atas de encontros, artigos de periódicos e números temáticos, etc.); receção criativa (obras literárias e artísticas inspiradas em Camões) e traduções noutras línguas.

Multimédia abre-se ao diálogo intertextual da obra camoniana com as artes: Iconografia, Cinema, Música, etc. Pode ser uma aliciante porta de entrada no universo literário de Camões.

Recursos didáticos disponibiliza "materiais" (fichas de trabalho, resumos, esquemas, documentos históricos, etc.) que podem orientar o estudo da obra camoniana de acordo com os Programas e  Metas Curriculares de Português. É um auxiliar do ensino (para professores) e da aprendizagem (para os alunos) no que concerne a leitura dos textos líricos (as Rimas) e da epopeia Os Lusíadas. Apresentam-se algumas referências bibliográficas e da Internet.

Utilitários reúnem informação prática e útil. São “ferramentas” de apoio ao navegante: Contactos; Mapa do blogue (um índice mais pormenorizado das principais secções do blogue); Siglas e Abreviaturas (utilizadas sobretudo nas referências bibliográficas); Glossário (de estudos literários, antropónimos, topónimos e vocabulário específico da obra e da época de Camões); Cursos de Estudos Camonianos; Notícias (Informação periódica recente, disponibilizada online).


Repensar o escritor Sá de Miranda e o Renascimento literário em Portugal – Colóquio internacional, abril 2021











COLÓQUIO INTERNACIONAL
REPENSAR SÁ DE MIRANDA E O RENASCIMENTO

29 e 30 de abril de 2021

“Francisco de Sá de Miranda foi um dos vultos estelares da literatura portuguesa. Profundamente admirado pelas principais vozes poéticas do seu tempo, devemos a Sá de Miranda não somente a introdução do dolce stil nuovo em Portugal, mas também uma obra valiosíssima para se perceber a constelação cultural do Renascimento.”

O Centro de Estudos Mirandinos (CEM) organizou o Colóquio Internacional que se propôs “revisitar criticamente a obra do grande escritor, nas suas várias modalidades expressivas e na riqueza dos caminhos temáticos que nela se percorrem, bem como analisar, em sede tanto filosófica como estética, o Renascimento enquanto expressão de uma nova forma de conceber e ver o mundo.”

Comissão Organizadora: 

Sérgio Guimarães de Sousa (Universidade do Minho)
João Paulo Braga (Universidade Católica)
Luciana Braga (Centro de Estudos Mirandinos)
Anabela Costa (Biblioteca Francisco de Sá de Miranda)

Contactos: 

CENTRO DE ESTUDOS MIRANDINOS
Biblioteca Municipal Francisco de Sá de Miranda
Largo D. Gualdim Pais, n.º 19
4720-013 Amares
Telef. +351 253 995 182
coloquio.mirandino@gmail.com 
cem@biblioamares.pt 


1.º dia – 29 de abril de 2021 (quinta-feira)

10h00 – 10h35: Sessão de Abertura
Moderação: Patrícia Monteiro
  • Manuel Moreira, Presidente da Câmara Municipal de Amares 
  • Sérgio Guimarães de Sousa, Diretor do Centro de Estudos Mirandinos – CEM 
  • António Amaro, Diretor do Centro de Formação do Alto Cávado
Cláudia Souto: Declamação de poemas de Sá de Miranda

10h40 – 11h20: Conferência plenária
Moderação: Sérgio Guimarães de Sousa
  • Figuras que geram consenso: o caso de Sá de Miranda, Professor José Cardoso Bernardes, Universidade de Coimbra.
11h25 – 13h05
Moderação: Isidro Araújo
  • 11h25 – 11h45: Comunicação 1 – O encantador de serpentes, a sereia e a senhora: a imagética de Sá de Miranda no Cancioneiro Geral, Isabel Morán Cabanas
  • 12h00 – 12h20: Comunicação 2 – Conselhos aos príncipes: as perspetivas de Maquiavel e de Sá de Miranda, Rodrigo Valverde Denubila
  • 12h35 – 12h55 - Comunicação 3 – Eu não venho a vós voando: reflexões sobre a Fama a partir da obra de Sá de Miranda, Micaela Ramon
13h10 – 14h15: ALMOÇO
14h15 – 17h35
Moderação: Jorge Brandão
  • 14h15 – 14h35 – Comunicação 4  – Famílias desavindas: Sá de Miranda reeditado, José Camões e Filipa de Freitas
  • 14h50 – 15h10 – Comunicação 5  – Revisitar a figura de Cleópatra em Portugal no século XVI: textos e contextos, Paula Almeida Mendes
  • 15h25 – 15h45 – Comunicação 6  – A revisitação de Sá de Miranda nos poemas de Maria Teresa Horta e Ana Luísa Amaral, Gabriela Silva
  • 16h05 – 16h25 – Comunicação 7  – “Falta sexo em Camões” (falta?): em torno de uma crônica mal disposta e da necessidade de uma resposta, Jorge Vicente Valentim
16h45 – 17h20: Conferência de Encerramento do 1.º dia
Moderação: Luciana Braga
  • Sá de Miranda: a função social da literatura, a dimensão cívica do poeta e a contraideologia, Maria Luísa de Castro Soares

2.º dia – 30 de abril de 2021 (sexta-feira)

10h05 – 10h45: Conferência plenária
Moderação: Dr. Luís Mira
  • Apógrafos parisienses de Francisco de Sá de Miranda: sobre livros manuscritos de poesia, Marcia Arruda Franco
10h55 – 13h00
Moderação: Anabela Costa
  • 10h55 – 11h15 - Comunicação 8  – A receção e tradução de Sá de Miranda nos países de língua alemã, Orlando Grossegesse
  • 11h40 – 12h00 - Comunicação 9 – Nem «tudo são palavras vãs»: as palavras-símbolo e as principais ocorrências na obra de Sá de Miranda, Luciana Braga
  • 12h20 – 12h40 - Comunicação 10 – “Queriendo los poetas dar pintura”: a poesia de Sá de Miranda em diálogo com os Emblemata de Alciato, Filipa Araújo
13h00 – 14h15: ALMOÇO
14h15 – 17h35
Moderação: Luciana Braga
  • 14h15 – 14h35 – Comunicação 11 – Figurações do campo: diálogos entre Sá de Miranda e Cesário Verde, Patrícia de Resende
  • 14h55 – 15h15 – Comunicação 12  – Sá de Miranda, Rodrigues Lobo e os “filósofos de surrão e cajado”, Paulo Silva Pereira
  • 15h35 – 15h55 – Comunicação 13 – Sá de Miranda e a Arcadia, André Corrêa de Sá
  • 16h15 – 16h35 – Comunicação 14 – A doutrina “económica” e os temas do De re rustica em Sá de Miranda, Ricardo Hiroyuki Shibata
16h55 – 17h25: Conferência plenária
Moderação: Sérgio Guimarães de Sousa
  • Sá de Miranda, figura tutelar dos poetas da geração de Camões, Vanda Anastácio
17h40 – 18h00
Moderação: Isidro Araújo
  • Apresentação do livro: Obra Completa de Francisco de Sá de Miranda, Sérgio Guimarães de Sousa, João Paulo Braga, Luciana Braga

18h00 – 18h10: ENCERRAMENTO


27 de dezembro de 2020

CAMONISTA - Jorge de Sena













Jorge de Sena (1919-1978)

Camonista, 
poeta, ficcionista, dramaturgo, 
crítico, ensaísta, tradutor.

Saiba mais sobre o autor na DGLAB ou leia o autorretrato aqui.





CAMONIANA







Uma canção de Camões
: interpretação estrutural de uma tripla canção camoniana, precedida de um estudo geral cobre a canção petrarquista peninsular, e sobre as canções e as odes de Camões
, envolvendo a questão das apócrifas.

Lisboa: Portugália, 1966
/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1984. – col. “Obras de Jorge de Sena”.









(1967) Estudos de História e de Cultura: 1.ª série. Vol. I. Lisboa: revista Ocidente. – [Textos publicados originalmente em fascículos, fev. 1963 – nov. 1969, na revista Ocidente. Os 29 fascículos iniciais foram editados neste volume de 1967]. – Entre os quatro ensaios, destacamos [os outros são “A família de Afonso Henriques”, “O Vitorianismo de Dona Filipa de Lencastre”, “Os painéis ditos de ‘Nuno Gonçalves’”]:

Inês de Castro, ou literatura portuguesa desde Fernão Lopes a Camões, e história político-social de D. Afonso IV a D. Sebastião, e compreendendo especialmente a análise estrutural da Castro de Ferreira e do episódio camoniano de Inês, p. 123-618.

Índice do volume I, 1967, referente a Inês de Castro: 
Nota prévia (p. 123), Introdução (p. 128), 1) Inês e o Romanceiro (p. 130), 2) Algumas considerações sobre o Romanceiro (p. 143), 3) Floresta de Inês e de Isabel (p. 151), 4) Dona Isabel de Liar e a vingança da sua morte (p. 165), 5) Ainda algumas considerações sobre o Romanceiro castelhano (p. 176), 6) Conceituação preliminar do problema literário de Inês (p. 180), 7) Inês de Castro nos reinados de Afonso IV e Pedro I (p. 183), 8) O casamento de Pedro e Inês (p. 197), 9) Os túmulos de Alcobaça (p. 204), 10) Inês de Castro no reinado de D. Fernando, na crise de 1383-85 e na primeira metade do século XV: Fernão Lopes (p. 219), 11) Digressão sobre Menezes, Castros e outros (p. 245), 12) Lucena e Rui de Pina (p. 250), 13) Rui de Pina e Garcia de Resende (p. 259), 14) Inês vista por Lopes e por Pina (p. 263), 15) Inês de Castro e a Crónica Geral de Espanha (p. 269), 16) Data das Trovas de Resende (p. 272), 17) Análise estrutural das Trovas de Resende (p. 277), 18) Gil Vicente e Inês de Castro (p. 303), 19) Gil Vicente e o Romanceiro (p. 315), 20) A Crónica de Acenheiro (p. 323), 21) A Eufrósina de Jorge Ferreira de Vasconcelos (p. 340), 22) O reinado de D. João III (p. 348), 23) O teatro post-vicentino (p. 360), 24) O teatro de Séneca (p. 375), 25) As poéticas do “Cinquecento” (p. 380), 26) Algumas observações ainda sobre o teatro néo-clássico: Aires Vitória e outros (p. 385), 27) António Ferreira: aspectos da sua vida e da sua obra (p. 413), 28) Data provável da Castro (p. 433), 29) O soneto e quem fez a elegia de Dona Inês (p. 439), 30) Observações estruturais acerca da Castro de Ferreira (p. 442), 31) A Castro de 1587 e a Castro de 1598 (p. 447), 32) As duas Castros e as duas Nises (p. 451), 33) Os Confidentes, os Mensageiros e o Coro (p. 468), 34) O duplo Coro, e a primeira comparação entre a Castro e a Octávia de Séneca (p. 472), 35) A Castro, a Sofonisba e a Cléopatre captive (p. 481), 36) Observações sobre a composição métrica da Castro (p. 486), 37) As personagens da Castro em relação às obras anteriores (p. 489), 38) Digressões sobre Pachecos, Coelhos e Resendes (p. 494), 39) Análise estrutural da Castro (p. 506), 40) Camões, Inês de Castro e Os Lusíadas (p. 570), 41) Alguns aspectos de episódio camoniano (p. 579), 42) As “fontes” do episódio camoniano (Faria e Sousa e J.M.Rodrigues): algumas observações (p. 591), 43) Anrique da Mota ou Inês em prosa e verso (p. 604-618)


Índice do volume II, em fascículos, na Revista Ocidente (set. 1967 - nov. 1969) [Terá saído um volume unificado na editora Cotovia, de que não encontrei vestígios]: 
1) O Códice Manizola, D. Afonso IV, e outras obras (p. 3), 2) Conspecto geral das referências a Inês de Castro e da evolução do seu mito (p. 10), 3) Visão geral das obras sobre Inês, desde c.1575 a c.1640 (p. 23), 4) Os condes de Lemos e Inês de Castro (p. 29), 5) Bermudez e a tragediografia castelhana dos fins do século XVI (p. 43), 6) Observações sobre as “Nises”, em especial a “Laureada” (p. 51), 7) As teses de Rey Soto (p. 56), 8) A “Nise Laureada” e “Os Lusíadas” (p. 59), 9) Outras fontes de Bermudez (p. 60), 10) Gabriel Lobo Lasso de la Vega e Inês de Castro (p. 62), 11) Duarte Nunes de Leão (p. 63), 12) O soneto de Lope de Vega, e uma peça ou não (p. 66), 13) João Soares de Alarcão e a sua Infanta Coronada (p. 72), 14) Os poemas narrativos publicados durante a ocupação castelhana (p. 77), 15) As obras de João Soares de Alarcão, e análise de “La Infanta Coronada” (p. 93), 16) A “Tragédia famosa de Dona Inés de Castro, reina de Portugal” (p. 109), 17) Lugar de Alarcón, Guevara e Tirso no teatro espanhol do século XVII (p. 123), 18) “Siempre ayuda la verdad” e a questão da sua autoria (p. 132), 19) Inês de Castro em “Siempre ayuda la verdad” (p. 149), 20) Matos Fragoso e a “Segunda Parte de Doña Inés de Castro” (p. 165), 21) Alarcóns de Espanha e Alarcões de Portugal (p. 173), 22) Uma alusão de Guillén de Castro a Inês, e o romance do “Palmero” (p. 184), 23) Juan de Grajales e José de Valdivieso ocuparam-se de Inês de Castro? (p. 196), 24) Mateus Pinheiro e D. Francisco Manuel de Melo (p. 201), 25) Os sonetos de D. Francisco Manuel de Melo a Inês de Castro (p. 206), 26) Manuel de Faria e Sousa (p. 215), 27) Um curioso problema de fontes e de tópicos suscitado por Faria e Sousa (p. 223), 28) Vélez de Guevara e “Reinar después de morir” (p. 227), 29) Algumas observações sobre “Reinar después de morir” (p. 237), 30) Análise de “Reinar después de morir” (p. 243), 31) Análise de “Reinar después de morir” e vários problemas correlatos (p. 246), 32) O Fradinho da Rainha e o Cano dos Amores (p. 282), 33) O Cancioneiro Fernandes Tomás (p. 289), 34) Fernão Correia de Lacerda e o “Cancioneiro Fernandes Tomás” (p. 295), 35) Alguns dados sobre Fernão Correia de Lacerda; e Inês de Castro na família (p. 305), 36) O “Império Lusitano”, de Fernão Correia de Lacerda (p. 309), 37) “Saudades de D. Inês de Castro” (e também o Cancioneiro de Faria e Sousa) (p. 313), 38) O Cancioneiro Manuel de Faria (e Sousa) (p. 320), 39) Visão de Inês de Castro na segunda metade do século XVII em Portugal (p. 350), 40) Inês no século XVIII (p. 353), 41) O soneto ao representar-se no teatro de Lisboa a tragédia “Reinar depois de morrer: ou D. Inês de Castro” (p. 360), 42) Heloisa e Abelardo, Pedro e Inês (363-368).

Nota: Índices elaborado a partir de SANTOS, Gilda (s.d.) Nota sobre os estudos camonianos e inesianos de Jorge de Sena, in Ler Jorge de Sena [online].











Os sonetos de Camões e o soneto quinhentista peninsular
: As questões de autoria, nas edições da obra lírica até às de Álvares da Cunha e Faria e Sousa, revistas à luz de um inquérito estrutural à forma externa e da evolução do soneto quinhentista ibérico, com apêndices sobre as redondilhas em 1595-98 [p. 199-211], e sobre as emendas introduzidas pela edição de 1598 [p. 213-227]. 

Lisboa: Portugália, 1969.

/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1981.










A estrutura de Os Lusíadas e outros estudos camonianos e de poesia peninsular do século XVI


Lisboa: Portugália, 1970.

/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1980.

Volume que colige os textos de:
(1961) A estrutura de Os Lusíadas – I, Revista de Letras, Assis, São Paulo.
(1964) A estrutura de Os Lusíadas – II. Revista de Letras, Assis, São Paulo. 
(1967) A estrutura de Os Lusíadas – III – IV. Revista de Letras, Assis, São Paulo.



[Do Índice da 1.ª edição:]
 
Primeira parte: Camões e a estrutura de Os Lusíadas: 
Ascendentes e parentes de Camões, Os Lusíadas, e o mais que adiante se verá (p.3-54). 
A estrutura de Os Lusíadas. (p. 55-183) 

Segunda parte: Sobre redondilhas e sonetos e uma canção apócrifa: 
Sobre a canção “Glória tão merecida” (p. 187-199). 
Cinco apostilhas camonianas sobre redondilhas e sonetos (201-277): 
I – Uma redondilha camoniana e algumas observações a propósito de um códice florentino (p. 203-212); 
II – Dois sonetos aceites como de Camões, e atribuídos ao Duque de Aveiro num cancioneiro de Évora, e mais uma redondilha de Camões no cancioneiro Geral (213-228); Nota sobre Henrique de Almeida, o “pássaro” ou mais val’um pássaro na mão que dois a voar (229-239);
III – Um soneto de 1595, que seria de autor incerto e que será de Camões (241-245);
IV – As redondilhas na “segunda parte” de 1616 ou uma a mais e outra a menos (247-264);
V – As redondilhas atribuídas a Camões, em 1595, 1598 e 1616, e alguns cancioneiros impressos e manuscritos (265-277).

Terceira parte: Estudo complementar (Cetina, Herrera, Acuña, Alcázar, Montemor) da prática do soneto pelos poetas castelhanos do séc. XVI, e também o caso de Góngora (279-306).

  • (1972) Um imenso inédito semi-camoneano e o menos que adiante se verá, prefácio, in As Qvybyrycas: poema éthyco em ovtavas que ocorre como sendo de Luis Vaaz de Camões em suspeitissima athribuiçon, de Frey Ioannes Garabatus. – Autoria: António Quadros. Lourenço Marques: ed. autor. / 2.ª ed., Porto: Afrontamento, 1991.
  • (1973) Camões dirige-se aos seus contemporâneos e Outros textos. Porto: Inova.
  • (1974) Francisco de la Torre e D. João de Almeida. Pref. José V. de Pina Martins. Paris: Centro Cultural Português.






Dialécticas aplicadas da literatura
Lisboa: Edições 70, 1978. 

Contém os seguintes textos:
  • (1963) A sextina e a sextina de Bernardim Ribeiro, Revista de Letras, Assis, São Paulo. – Reprod. em Dialécticas aplicadas da literatura. Lisboa: Edições 70, p. 45-105.
  • (1972) Camões: novas observações acerca da sua epopeia e do seu pensamento. – Comunicação de abertura do Simpósio Camoniano, na Universidade de Connecticut – EUA, abril de 1972, traduzido para português e inserto nas atas publicada no número especial da revista Ocidente, Lisboa (nov. 1972). – Reprod. em Dialécticas aplicadas da literatura. Lisboa: Edições 70, p. 45-105. – [Cf. “Notas bibliográficas e explicativas aos estudos coligidos”, p. 508-9].



Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. 
2 vols., Lisboa: Edições 70, 1980.

[ou, título inicial de um projeto editorial de 11 ensaios, datado de 1964: 
Estudos Camonianos e de Poesia dos séculos XVI e XVII
ou: Camões e os Maneiristas]

[A ordenação dos textos é a dada pelos editores na coletânea de ensaios: Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. 2 vols., Lisboa: Edições 70, excetuando os textos do “apêndice”, como será indicado na parte em que são insertos:]

VOLUME I

  • “À memória de”, p. 11 – Dedicatória recuperada de um projeto editorial de 1964 (Cf. “Nota prévia” ou prefácio de Mécia de Cena, p. 7-9).

Parte I

  • (1948) A poesia de Camões: ensaio de revelação da dialéctica camoniana. – Conferência proferida no Club Fenianos Portuenses, em 12.06.1948. – Reprod. “com a breve introdução e as notas” em Cadernos de Poesia, série II, fascículo 7 (junho 1951). – [Deste “caderno” foi feita uma separata]. / 2.ª ed., sob o título “Estudo de revelação da dialéctica camoniana”, in Da poesia portuguesa: Sá de Miranda, Camões, Pascoaes, Florbela, Pessoa e alguns mais, além de um estudo sobre poesia e outro sobre o modernismo e de uma nota introdutória, Lisboa: Ática, 1959. / 3.ª ed., Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 15-39.

Parte II

  • (1961) O Maneirismo de Camões, [ensaio publicado em três periódicos:] página literária do Diário de Notícias, 17.09.1961, Rio de Janeiro; supl. O Estado de S. Paulo, 30.09.1961; página de O Comércio do Porto, 10.10.1961. / 1.ª ed. em vol., Dialécticas Teóricas da Literatura. Lisboa: Edições 70, 1977. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 43-48.
  • (1961) Camões e os Maneiristas, supl. O Estado de S. Paulo, 11.11.1961 e 18.11.1961. / Coligido em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 49-61.
  • (1962) Maneirismo e barroquismo na poesia portuguesa dos séculos XVI e XVII. – Conferência escrita, ciclo de conferências intitulado “O Barroco Literário”, org. António Cândido de Mello e Souza, São Paulo: Univ. de São Paulo e Fundação Armando Álvares Penteado. / Coligido em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 63-92.
Insiro aqui a antologia de poetas dos séculos XVI e XVII, mormente, que compreende dois textos incluídos em “Apêndice” no final deste volume I. 
  • Notícia bibliográfica, inédito, p. 307-310.
  • “Classificação cronológica de autores”, inédito, p. 311-325.
Nota: “Acrescentámos no fim do volume, e em apêndice, uma antologia de poetas compreendidos entre 1572-1822 que estava anexa ao original utilizado na conferência de S. Paulo, Maneirismo e Barroquismo. Cremos que se destinava a distribuição ilustrativa pela assistência e pareceu-nos útil complemento do texto.” – in “Nota prévia” de Mécia de Sena, p. 9.

Parte III

  • (1978) Alumbrados, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 93-111.
  • (1978) Babel e Sião, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 113-131. – Em apêndice contém o Salmo 136, Salmo de David para Jeremias.

Parte IV

CANCIONEIROS CAMONIANOS
  • (1978?) Cancioneiro de Luís Franco Correia, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 135-156. – Contém bibliografia.
  • (1978?) Cancioneiro Fernandes Tomás, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais.  – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 157-161. – Contém bibliografia.
  • (1978?) Cancioneiro de Manuel de Faria (e Sousa), verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais.  – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p.162-170. – Contém bibliografia.
CAMÕES – FARIA E SOUSA
  • (1972) “Introdução” a Lusíadas / de Luis de Camões: comentadas por Manuel de Faria e Sousa: Edição comemorativa” – Reprodução fac-similada pela de 1639. Lisboa: INCM, 1972, p. 9-56. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 171-249.
  • (1972) “Prefácio” a Rimas Várias / de Luis de Camões: comentadas por Manuel de Faria e Sousa, nota introdutória F. Rebelo Gonçalves, pref. Jorge de Sena. Lisboa: INCM, 1972, p. 11-21. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 250-265.

Parte V – ARTIGOS E DISCURSOS 

  • Camões em 1972, Diário Popular, 8.06.1972. / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 269-273.
  • Aspectos do pensamento de Camões através da estrutura linguística de Os Lusíadas. – Comunicação, in Actas da I Reunião Internacional de Camonistas. Lisboa: CECPL. – [“O autor não esteve presente à reunião por falta de saúde.”] / 2.ª ed., Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 274-286.
  • Camões: o poeta lírico. – Ensaio, in Camões: Some Poems, trad. Jonathan Griffin, Londres: Menard Press, 1976. – Trad. do inglês e reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 287-294.
  • Camões [, Luís Vaz de] – verbete para uma enciclopédia – “Esta é, em tradução, a primeira versão destinada à 15.ª edição da Enciclopédia Britânica.” / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 295-304.

VOLUME II

Parte I

  • “Alma minha gentil...”, estudo inédito, in Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. II, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 9- 151.

Parte II

  • O Camões da Aguilar, crítica, supl. O Estado de S. Paulo, 25.01.1964, 1.02.1964, 8.02.1964, 15.02.1964, 22.02.1964./ 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 155-186.
  • Camões e um método crítico, supl. O Estado de S. Paulo, 6.04.1963, 20.04.1963, 27.04.1963, 5.05.1963, 11.05.1963, 18.05.1963, e 25.05.1963. / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 187-240.
  • Camões revisitado, comunicação, Convenção anual de Modern Language Association (MLA), Nova Iorque, de. 1966. – editado em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 241-252.
  • (1977) Discurso da Guarda. – Proferido na Sessão Solene no Liceu da Guarda, no dia 10 de junho de 1977, Dia das Comunidades Portuguesas, publicado pela Secretaria de Estado da comunicação Social, stembro de 1977. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 253-262.

  • (1982 setembro) Estudos sobre o vocabulário de Os Lusíadas: com notas sobre o Humanismo e o Exoterismo de Camões. – Co-ed. e pref. Luís de Sousa Rebelo. Lisboa: Edições 70.




O fantasma de Camões e outros textos camonianos. Porto: Asa, 2002. - Contém os seguintes textos:
  • (1978) O Fantasma de Camões (uma entrevista sensacional), in O Reino da Estupidez II. Lisboa: Moraes.
  • […]








Para saber mais:





13 de dezembro de 2020

CAMONISTA – Carolina Michaëlis de Vasconcelos













Carolina Michaëlis de Vasconcellos, 1851-1925.

Camonista, lusitanista, romanista, filóloga e professora.




Carolina Wilhelma Michaëlis de Vasconcelos nasceu em Berlim, a 15 de março de 1851 e faleceu a 16 de novembro de 1925, na cidade do Porto.

Foi uma professora, investigadora e ensaísta nos domínios da filologia, da história literária, dos estudos camonianos, da etnografia e da pedagogia.

Foi a primeira mulher a lecionar numa universidade portuguesa, em Coimbra, e uma das duas primeiras a entrar na Academia das Ciências. Aprofundou as relações literárias luso-germânicas.

Na sequência de uma polémica literária, estabelece uma intensa correspondência com Joaquim de Vasconcelos, com o qual casa em 1876, fixando residência no Porto.

Também abundante foi a sua correspondência com outros romanistas, tal como a constantemente alimentada com o seu conterrâneo Wilhelm Storck (1829-1905), biógrafo, editor e tradutor para alemão da obra camoniana, e Teófilo Braga (1843-1924) que, para além de ter editado as obras completas de Camões, se destacou como promotor das comemorações do tricentenário da morte do Poeta, cujos textos desse período foram reunidos em Camões e o Sentimento Nacional (1891). Recentemente, foi editada a sua Correspondência (2019), com o médico Ricardo Jorge (1858-1939) que colaborou na “revista de estudos portugueses” Lusitânia (1924-25) dirigida por Carolina Michaëlis. Do núcleo editorial faziam ainda parte alguns camonistas como Afonso Lopes Vieira (1878-1946), Agostinho de Campos (1870-1944) e, assegurando também o secretariado da redação, Afonso Lopes Vieira (1878-1946).

Os seus comentários críticos às obras da edição impressa camoniana – de Soropita, Faria e Sousa, Juromenha, Teófilo Braga e Storck, mas também da “tradição” manuscrita – destacando-se os seus estudos do Cancioneiro Fernandes Tomás (1922) e do Cancioneiro do Padre Pedro Ribeiro (1924) – orientam-se constantemente pela procura de esclarecimento e fixação do cânone das Rimas, quer em termos autorais (o que é ou não é de Camões) quer textuais (a partir das variantes impressas e das lições dos manuscritos). O rigor que sempre coloca no estudo dos textos da lírica camoniana, descobrindo autênticos, mas sobretudo sinalizando apócrifos, conduzem-na quase ao estabelecimento de um ideal “índice expurgatório” (expressão de um título de um seu estudo, de 1889).

É apreciável e extensa a sua produção nas áreas camoniana, vicentina, mirandina, da romanística e da lírica trovadoresca, ou seja, todos os seus contributos para o conhecimento da literatura medieval e clássica portuguesas.


CAMONIANA


 
  • (1897) Vida e obras de Luís de Camões: primeira parte / Wilhelm Storck; versão do original alemão anotada por Carolina Michaellis de Vasconcelos. Lisboa: Academia Real das Ciências. – BNP, cotas: CAM. 98 A. ; CAM 99 A. / 2.ª ed., Lisboa: INCM, 1980. / 3.ª ed., “Trad. e notas [...], Lisboa: Bonecos Rebeldes, 2011.
  • (1905-1908) Os Lusíadas. Pref. e ed. de “C. M. de V”. – Strasbourg: J. H. Ed. Heitz. –. 4 vols.: vol. 1, Canto I-II; vol. 2, Canto III-IV; vol. 3, Canto V-VII; vol. 4, Canto VIII-X. – [Bibliotheca Romanica : Bibliotheca Portugueza, 10, 25, 45, 51, 52).
  • (1922) Estudos camonianos I: o Cancioneiro Fernandes Tomás: índices, nótulas e textos inéditos. Coimbra : Impren. da Universidade. – [IX, 173 p. (21cm)]. – Reprod. em Estudos camonianos : I o cancioneiro Fernandes Tomás : II o cancioneiro do P.e Pedro Ribeiro. Lisboa: INCM, 1980.
  • (1924) Estudos Camonianos II: o Cancioneiro do Padre Pedro Ribeiro. Coimbra: Imprensa da Universidade. – [129 p. xx]. – Reprod. em Estudos camonianos : I o cancioneiro Fernandes Tomás : II o cancioneiro do P.e Pedro Ribeiro. Lisboa: INCM, 1980.








Estudos Camonianos III: Dispersos: originais portugueses

Lisboa: Revista ‘Ocidente’, 1972.

– Na BN Digital: http://purl.pt/30175 






– Vol. constituído pela reunião de 12 textos sobre Camões publicados anteriormente. A sua enumeração está de acordo com a ordenação dada pelo editor póstumo na coletânea dos dispersos e que corresponde à cronologia da sua publicação pela autora.
  1. (1882) O texto das Rimas de Camões e os apócrifos [título original: “Poesias apocryphas, attribuidas a Camões”], Revista da Sociedade de Instrução do Porto, II, 105-125, Porto, Tipografia Ocidental. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 7-24.
  2. (1889) Contribuições para a Bibliografia Camoniana, revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, p. 19-25 (junho), 58-59 (julho), 69-71 (agosto), 165-167 (novembro). – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 25-36.
  3. (1889) Materiais para um índice expurgatório da lírica camoniana [Ortografia original: “Materiaes para um índice xpurgatório da Lyrica Camoniana”], revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, p. 30-32 (Junho). – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 37-38.
  4. (1989) “Sete anos de pastor Jacob servia” [Ortografia original: “’Sette annos de pastor Jacob servia’: soneto de Camões”], revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, p. 149-159 (outubro) – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 39-46.
  5. (1890) Notas camonianas, revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, p. 199-205 (dezembro). – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 47-51.
  6. (1890) Justa fué mi perdicion, revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, p. 293-299 (março). – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 53-57.
  7. (1890) Primeiros anos de Camões [sobre: Luis de Camoens Lében, 1890, de W. Storck], revista Círculo Camoniano, vol. I, Porto, fascículo 12 (maio), p. 373-383. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 58-65.
  8. (1901) Notas camonianas. – Da Homenagem a Luís de Camões no primeiro ano do século XX, Porto: Tipografia Universal (a vapor), p. 26-48. – [“Esta Homenagem encerra os tributos, em prosa e em verso, apresentados na Sessão comemorativa do «dia 10 de Junho de 1901, no salão do Centro Comercial do Porto, promovida pela Sociedade Nacional Camoniana, de acordo com o Instituto de Estudos e Conferências, para solenizar o 321.° aniversário do passamento de Luís de Camões, no primeiro ano do século XX”]. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, 66-82.
  9. (1905) “Os Lusíadas” [título do prefácio], in Obras de Luís de Camões, OS LUSÍADAS. – Col. Bibliotheca Romanica, 10. Bibliotheca Portugueza. – Estrasburgo: J. H. Ed. Heitz. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 83-97. – O editor de 1972 acrescentou uma “Observação final”, datada de “Porto, Janeiro de 1908”, publicada originalmente por Carolina Michaelis em: Obras de Luís de Camões, OS LUSÍADAS VIII, IX, X. – Col. Bibliotheca Romanica, 51, 52. Bibliotheca Portugueza. – Estrasburgo: J. H. Ed. Heitz. – Reprod. ibidem, p. 97.
  10. (1819) O vilancete de Camões à senhora dos olhos gonçalves [ortografia original: O vilancete de Camões – à senhora dos olhos-gonçalves], Boletim da Segunda Classe, vol. XII, da Academia das Ciências de Lisboa, Coimbra: Imprensa da Universidade, p. 7-26. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, 98-111.
  11. (1924) Camões enamorado, Diário de Lisboa, n.º 866, 4.02.1924, p. 1. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 112.
  12. (1925) Nótula histórico-literária [sobre as celebrações camonianas em Viena da Áustria e as relações literárias luso-germânicas], Biblos, vol. I (1925), 365-366. – Reprod. em Estudos Camonianos III, Lisboa: Revista Ocidente. 1972, p. 113.