2024/07/22

Início





Retrato do poeta, c. 1570
por Fernão Gomes (1548-1612)







Luís de Camões
(c.1524 – Lisboa, 10.06.1580) 
é um poeta português, que escreveu em língua portuguesa e castelhana, fazendo parte do cânone literário universal. 
A sua personalidade e a sua vida aventurosa têm inspirado inúmeros biógrafos e historiadores. Desde o Classicismo até à contemporaneidade, “o engenho e arte” manifestados pelo poeta na
sua epopeia Os Lusíadas (1572), nos seus poemas líricos das Rimas (1595), no seu teatro e epistolografia têm fascinado o leitor comum e o especializado, proporcionando extensa e diversa receção crítica, glosas de homenagem e criativa recriação
Em todas as épocas, contínuas gerações têm admirado a sua obra e nela encontrado o eco ou o desvelar dos seus próprios sonhos e anseios. Como referiu o Professor Vítor M. Aguiar e Silva, “Camões é um clássico que tem sido moderno ao longo dos séculos”. Mas, como alerta a grande camonista Jorge de Sena, devemos lê-lo "com os nossos olhos de hoje como se ele fosse nosso contemporâneo" sem descurar que temos igualmente de "colocá-lo na sua perspetiva histórica". E essa dialética do clássico-moderno, o vaivém entre o antes e o agora, tornam mais vivo Camões entre nós. Camões é um clássico e um "contemporâneo nosso". 
 José Carlos Canoa
edição
© Reprodução livre com menção da fonte. Exemplo.



Pode navegar pelas múltiplas facetas do Poeta através das páginas aqui apresentadas:

A sua vida divulga informação e recursos sobre a biografia do poeta.

A sua obra mostra inicialmente as obras camonianas arrumadas por género (líricaépicateatrocartas) e, dentro de cada género maior, fornece os textos dos subgéneros. No final, providencia-se a ligação para as Obras digitalizadas de Luís de Camões na Biblioteca Nacional de Portugal.

A época apresentará ligações para os grandes movimentos culturais e filosóficos que modelaram o tempo histórico de Camões; a influência de autores espanhóis e italianos; autores contemporâneos de Camões.

Testemunhos consiste numa antologia de excertos de consagrados camonistas sobre a vida e a obra de Camões.

Fortuna crítica contém Camonistas, de A a Z, listas de referências (bibliografia passiva) sobre a vida e a obra de Camões: receção crítica (coleções camonianas, ensaios, teses académicas, atas de encontros, artigos de periódicos e números temáticos, etc.); receção criativa (obras literárias e artísticas inspiradas em Camões) e traduções noutras línguas.

Multimédia abre-se ao diálogo intertextual da obra camoniana com as artes: Iconografia, Cinema, Música, etc. Pode ser uma aliciante entrada no universo literário de Camões.

Didática disponibiliza recursos didáticos (fichas de trabalho, resumos, esquemas, documentos históricos, etc.) que podem orientar o estudo da obra camoniana de acordo com os Programas e  Metas Curriculares de Português. É um auxiliar do ensino (para professores) e da aprendizagem (para os alunos) no que concerne a leitura dos textos líricos e da epopeia Os Lusíadas. Apresentam-se algumas referências bibliográficas e da Internet.

Efemérides apresenta as datas celebrativas de Camões (os centenários, os "Ano Camões") ou importantes para os Estudos Camonianos, por ex. 2022, em que se assinalam os 450 anos da publicação de Os Lusíadas.

Utilitários reúnem informação prática e útil. São “ferramentas” de apoio ao navegante: Contactos; Mapa do blogue (um índice mais pormenorizado das principais secções do blogue); Siglas e Abreviaturas (utilizadas sobretudo nas referências bibliográficas); Glossário (de estudos literários, antropónimos, topónimos e vocabulário específico da obra e da época de Camões); Cursos de Estudos Camonianos; Notícias (Informação periódica recente, disponibilizada online).








Luís de Camões – Diretório de Camonística
Edição de José Carlos Canoa
Lisboa, Portugal. / http://www.luisdecamoes.pt/
© Reprodução livre com menção da fonte
2016-2024



Fundação Memorial da America Latina celebra Camões e a Língua Portuguesa




500 anos do nascimento do poeta Luís de Camões e a importância da Língua Portuguesa


2 AGO. 2024 | 17h às 21h
Memorial da América Latina : Biblioteca Latino-Americana Victor Civita
Rua Tagipuru, 500
Portão 2, junto ao metro Barra Funda

Organização:

Fundação Memorial da América









"Consciente da importância que a cultura portuguesa tem para a formação do Brasil e, por consequência, dos povos latino-americanos, a Fundação Memorial da América realiza, no dia 2 de agosto, um evento que celebra os 500 anos de nascimento do poeta Luís de Camões – considerado o renovador da língua portuguesa e um dos nomes mais importantes da lusofonia – com mesas de debate, brunch com comes e bebes, leitura dramática de poemas, lançamento de livro e exposição de ilustrações e de obras da literatura portuguesa."




PROGRAMA


17h – Início do coffee break


17h30

Leitura de poemas originais de Camões

Participação de Isabella Lopes Caperuto e Matheus Jesus Santana
Bacharelandos em História, USP

17h40

Mesa redonda – Camões: Tempo e História

Cátedra Jaime Cortesão – FFLCH/USP
Participação de
Professora Doutora Vera Lucia Amaral Ferlini, USP
 e Professor Doutor Rodrigo Monteferrante Ricupero, USP

"As intervenções situam Camões em seu tempo, 
como homem renascentista e sua importância na afirmação 
da língua portuguesa e na identidade ibérica. 
 Serão discutidos os descobrimentos, as formas de conquista, 
a afirmação e as vicissitudes da Monarquia de Avis. 
Será destacado o dilema apresentado na fala do velho do Restelo: 
a luta contra o Islã ou as riquezas do Oriente."

18h30

Mesa redonda – Os caminhos da Língua Portuguesa

Participação dos jornalistas 
Assis Ângelo (Casa de Conteúdo) e Eduardo Rascov Rascov (Memorial da América Latina)

19h15

Leitura de poemas de “A Fabulosa Viagem de Vasco da Gama”, de Assis Ângelo

Participação de 
Isabella Lopes Caperuto e Matheus Jesus Santana
Bacharelandos em História, USP

19h30
Lançamento de livro:

“A Fabulosa Viagem de Vasco da Gama”, de Assis Ângelo

Sobre a obra:
"O livro nasceu praticamente por acaso. Há 10 anos, uma doença na retina deixou o jornalista e pesquisador cultural Assis Ângelo totalmente cego. Não por acaso ou mera coincidência, Camões ficou cego de um dos olhos ao retornar de um combate. Ávido leitor, mas impossibilitado de ler em razão de sua deficiência visual, Assis, por intermédio de sua filha, começou a ouvir áudio livros. “Entre as obras que caíram nos meus ouvidos estava ‘Os Lusíadas’, que havia lido quando jovem na escola, mas da qual não me recordava muito”, relata.

Segundo o jornalista, quanto mais ouvia os versos do clássico português, mas mergulhava em suas histórias, e sem se dar conta começou a tramar sua adaptação na memória. De início, Assis acreditou que poderia deixar seus versos bem guardados em sua mente e declamá-los a quem quisesse, mas desistiu da ideia. No front da luta diária para se manter culturalmente ativo, a intenção inicial foi aos poucos transformando-se na poesia do livro. Assis conta que foram dezenas de audições, depois a escrita feita de memória, passada para um gravador e finalmente, com a ajuda de amigos materializada em texto no computador."

21h00

Coquetel e abertura da exposição 

com imagens que ilustram o livro “A Fabulosa Viagem de Vasco da Gama” 
e também da mostra com livros da literatura portuguesa 
que pertencem ao acervo da Biblioteca Latino-americana.











para saber +


in Memorial, Governo do Estado de São Paulo, Brasil








Redação: 22.07.2024

2024/07/21

Camões na pintura portuguesa do século XIX: retratos e auto-representações, pela Professora Raquel Henriques da Silva






Camões na pintura portuguesa do século XIX: retratos e auto-representações

CONFERÊNCIA

pela Prof.ª Raquel Henriques da Silva

6 JUL. 2024 | 15h30 | no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo

Organização:

Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
Com o apoio de Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E.










Saber mais sobre iconografia camoniana 
no ano em que se celebra o V Centenário do nascimento de Luís de Camões.

Uma conferência da historiadora de Arte Raquel Henriques da Silva, 
Professora Catedrática Jubilada da Universidade Nova de Lisboa, 
que falou sobre iconografia camoniana no século XIX. 



«Os artistas que escolhi para abordar o tema, conscientemente ou não, contaminam esses retratos com a figuração de si mesmos. É o caso de Francisco Metrass, Columbano Bordalo Pinheiro e José Malhoa. Há, no entanto, uma notável excepção, o primeiro da minha série, Domingos António Sequeira. Mas todos se afastam da visão comum, que todos nós partilhamos, do que seria a " vera efigie" de Camões».
Raquel Henriques da Silva
Professora Jubilada da U. NOVA 



"Raquel Henriques da Silva iniciou a sua conferência «Camões na pintura portuguesa do século XIX: retratos e auto-representações» mostrando o «Retrato de Camões» gravado por A. Paulus para integrar o capítulo dedicado ao vate em Discursos Vários Políticos, de Manuel Severim de Faria, editado em Évora em 1624. 

A iconografia reconhecida por todos advém justamente dessa gravura onde se destaca o olho vazado, a coroa de louros, a barba. As “descobertas” de Afonso de Ornelas  / Afonso Dornelas – a chamada «Miniatura de Goa» e o «Retrato Vermelho» - respectivamente em 1924 e em 1925 foram analisadas em contexto, salientando-se a divergência entre os testemunhos epocais de pobreza e indigência do Poeta e as imagens criadas. 

Foi recordada a “Teoria do Retrato” através das próprias palavras de Camões:

"Retrato, vós não sois meu;
Retrataram-vos mui mal;
Que, a serdes meu natural,
Fôreis mofino como eu. […]"

Foram problematizadas as diferentes abordagens, significados e facetas das representações e auto-representações d’«A morte de Camões», 1824 (tela cujo paradeiro actual se desconhece) de Domingos Sequeira; «Camões na Gruta de Macau», 1853, de Francisco Metrass; «Camões e as Tágides», 1894, de Columbano e «Camões», 1907, de José Malhoa.

Não poderíamos ter celebrado iconograficamente melhor o V Centenário de Luís Vaz de Camões. Muito obrigada Professora Raquel Henriques da Silva pela generosidade e por esta magnífica conferência!"
In: Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo | Facebook, 7.07.2024









para saber +















Redação: 22.07.2024

Luís de Camões: narrativa poética, por Jorge Chichorro Rodrigues



LUÍS DE CAMÕES: narrativa poética

de Jorge Chichorro Rodrigues



1.ª edição:

Luís de Camões / Jorge Chichorro Rodrigues; il. José Maria Roumier. 

S.l.: Prelo, 2016. 

Col. "Contado às crianças adultas: era uma vez...", 4



2.ª edição:

Luís de Camões / Jorge Chichorro Rodrigues; il. Henrique Gabriel. 

Lisboa: MIL; Linda-a-Velha: DG, 2022.






Vídeo promocional, com o Autor



«Transforma-se o amador na cousa amada», escreveu Luís de Camões num dos seus sonetos mais célebres. E foi isto mesmo que aconteceu com o nosso grande Poeta: de tanto amar Portugal, transformou-se no rosto e na alma de Portugal. 

À realidade mais dura, a amores impossíveis, ao desconcerto do mundo, à obscuridade da cadeia, a tempestades, a Adamastores e a naufrágios, nos mares da Índia, Camões foi buscar a matéria para uma obra que será sempre uma referência imorredoura para os Portugueses: Os Lusíadas

O seu ideal, na forma de sonho, consuma-se na Ilha dos Amores, o prémio merecido para quem tanto lutou e navegou, unindo por mar os dois hemisférios do mundo. E que diferença há entre 0 sonho e a realidade, quando a experiência vivida é tão fiel ao que toma a forma de um sonho? 

Nesta obra o grande Poeta da Portugalidade leva cada leitor a sentir-se na sua pele, por dentro da sua experiência poética e pessoal, tomando contato com a sua genial obra lírica e épica, e não haverá quem, ao ler esta Narrativa Poética, não se sinta orgulhoso de ser falante da Língua Portuguesa."










para saber +











Redação: 21.07.2024

Camões no n.º 34 da revista Nova Águia



Nos 500 anos de Camões











"Caríssim@s companheir@s e leitores.
Apresento-vos a nossa colaboração sobre Camões e a sua obra literária, 
no tempo histórico longo, que irá sair num dos núcleos de artigos da 
Nova Águia, número 34 -  segundo semestre de 2024. 

Saudações cordiais e fraternas,"
Nuno Sotto Mayor Ferrão




CONTEÚDO



Re-velando “Os Lusíadas”
Abel de Lacerda Botelho

Dois passos até Camões
Carlos Aurélio

Da presença camoniana nas origens do nacionalismo alemão oitocentista
César Tomé

Retratos em volta da ausência: camões e as artes plásticas, uma perspectiva recentrada
Eduardo Paz Barroso

Reverência de Boucharlat a Camões (o episódio do Adamastor)
Isabel Ponce de Leão

Camões hoje 
Jorge Chichorro Rodrigues

Quem é o Adamastor?
José Madeira

Evocação histórica de Luís Vaz de Camões e da sua obra literária
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Camões, António José da Silva e o Amphitruo de Plauto
Pedro Martins

Os Lusíadas ou quando o arquétipo se realiza na história
Pedro Sinde









para saber +







Sede Editorial da Nova Águia
Apartado 21
2711-953 Sintra








Redação: 21.07.2024

II Colóquio Luso-Espanhol Evocando aqueles que “…por obras valerosas se vão da lei da morte libertando…”


"Evocando aqueles que '…por obras valerosas Se vão da Lei da Morte libertando…'"

II Colóquio Luso-Espanhol


24 - 27 JUL. 2024 | na Quinta da Fonte, Linhó - Sintra, Portugal

Organização:

Academia Portuguesa da História (APH) e 
a Sección de Humanidades de la Real Academia de Doctores de España (RADE)

Direção do Colóquio:

Manuela Mendonça, Presidente da APH, e
Emilio de Diego García, Presidente da Sección de Humanidades de la RADE 

Coordenação geral:
Maria de Fátima Reis


Participação gratuita, sujeita a inscrição:





Camões por Severo Portela Júnior





"Esta iniciativa promete proporcionar um espaço de reflexão e diálogo sobre a herança cultural compartilhada entre Portugal e Espanha, destacando a influência duradoura de Camões nas duas nações."


“En esta ocasión intentamos seguir avanzando, en el conocimiento recíproco, siempre con la ayuda de la historia compartida, en este caso en el campo de la Cultura. El Quinientos aniversario del nacimiento de Luís Vaz de Camões y la extraordinaria riqueza de las principales manifestaciones artísticas en aquellos días, en especial la literatura, tanto en Portugal como en España, hacen casi obligada una relectura de la etapa que discurre entre 1524 y 1580, marco cronológico de la biografía del autor de “Os Lusiadas”. Esta última fecha sería la bisagra, en la historia político-institucional, que abrió la puerta a la Monarquía española de los Austrias, en Portugal. 

Habremos de reflexionar, pues, sobre la historia de Portugal y España durante gran parte del siglo XVI, reflejada en el espejo de la cultura, a través de sus principales protagonistas y sus obras. En Camões confluyen las imágenes de ambos países, así como en otros varios grandes poetas lusitanos, cuyas vidas discurren paralelamente, en periodos más o menos amplios, con la de don Luís. 

A la vez contemplaremos los trabajos y los días de algunos de los grandes autores del Renacimiento español y con más detenimiento, la de sus coetáneos Fernando de Herrera, Hernando de Acuna, Alonso de Ercilla..., siempre en el camino de la concordancia cultural en aquella Hispania. 

Finalmente, el destino en una de sus muchas piruetas, como si quisiera reforzar la data de 1580, nacía en Madrid, Don Francisco de Quevedo unos meses después de la muerte de Camões. Tan íntima y sustancial era la comunión de los ingenios españoles y portugueses en el cultivo de la poesía lírica, como luego lo sería en el de la épica; pudiéndose decir de ambas que, si hablaron dos lenguas, en las dos nos dejaron indestructibles y eternos testimonios de la unión intelectual y estética, que entonces existí a entre las dos naciones peninsulares; según escribió Antonio Sánchez Moguel en 1891.

La huella de Camões en España se manifiesta tanto en su glorificación literaria, como en aspectos cotidianos de muy diversa índole, algunos de los cuales llega también hasta hoy. En el primer apartado sobresale la estimación de Cervantes (personaje en tantos rasgos parecido a Don Luís) que en capítulo LVIII de la segunda parte del “Quijote” le calificaba, entre otras cosas, como excelentísimo autor de églogas; y en “La Galatea” ponderaba “Os Lusiadas” como un “singular tesoro”. 

A estas alturas, no debemos perder la ocasión de conocer mejor a Camões. Según testimonio Camões muy acertadamente, en esa etapa, España y Portugal realizaron la mayor empresa histórica de los tiempos modernos; la proyección de la cultura occidental por todo el mundo. Camões y Ercilla, y tantos más, convirtieron la poesía épica en el vehículo superior de nuestra brillante historia, a caballo de la leyenda. Camões, de corazón y espíritu abiertos, amo siempre a la tierra portuguesa y a la tierra española con amores armónicos. Jamás predico odios y aislamientos absurdos.”






PROGRAMA


Dia 24


10h00: ABERTURA

Maria de Lurdes CraveiroSecretária de Estado da Cultura
Manuela MendonçaPresidente da APH
Emilio de Diego García, Responsável do Grupo Espanhol

CONFERÊNCIA INAUGURAL

"O Tempo de Luís de Camões"
Maria do Rosário Themudo Barata, APH, FLUL

11h00: INTERVALO

11H30
"La tradición cultural peninsular en la época de Camões"
Mario Bedera Bravo, APH, UVA

12h15
"Luís Vaz de Camões – Aspectos de uma Vida"
Miguel Monteiro, APH, FLUL

13h00
"La Araucana"
Marion Reder Gadow, APH, UMA

14h00: ALMOÇO


Dia 25


09h15
Os Lusíadas, guia e expressão de Portugal e da cultura portuguesa"
Margarida Garcez Ventura, APH, FLUL

10h00
 "A guerra n'Os Lusíadas"
João Vieira Borges, APH, CPHM

10h45 - INTERVALO

11h15
"Alonso de Ercilla: soldado y poeta"
Luis Alejandre Sintes, AIT

12h00
"A Epopeia dos Descobrimentos e da Expansão Ultramarina em Os Lusíadas
João Marinho dos Santos, APH, FLUC

13h00 - ALMOÇO


Dia 26


09h15
"Portugal y España en el contexto internacional en tiempos de Camões"
Servando de la Torre, Embaixador de Espanha

10h00
"Portugal e Espanha – relações institucionais"
Rui Figueiredo Marcos, APH, FDUC

10h45 - INTERVALO

11h15
"Instituciones españolas y portuguesas en perspectiva comparada en tiempos de Camões"
Jose Sanchez Arcilla-Bernal, APH, UCM

12H00
"Comemorar Camões: Lisboa no Tricentenário da morte do poeta"
Maria de Fatima Reis, APH, FLUL

12h45
"Una etapa del periplo lejano de Os Lusíadas
Gonzalo Ortiz, Embaixador

14h00 - ALMOÇO


Dia 27


09H15
"Ícone da nação: a figuração de Camões no edifício da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra"
Marco Daniel Duarte, APH, SF

10h00
"Camões en el cine español y português"
Josefina Martínez Alvarez, APH, UNED

10h45 - INTERVALO


11H15 - ENCERRAMENTO

"La recepción de Os Lusiadas en España a través de los siglos"
Emilio de Diego García, APH, RADE


13h00 - ALMOÇO


ANIMADORES DE DEBATE

Maria do Rosário Themudo Barata
Armando Martins
Fernanda Reis
Marcella Almeida
António Martins Costa




para saber +

II Colóquio Luso-Espanhol | Evocando aqueles que “…por obras valerosas se vão da lei da morte libertando…”











Redação: 21.07.2024

2024/07/20

Encontro Mundial das Cátedras Camões | 2024



Encontro Mundial das Cátedras Camões, I.P.


19 - 21 JUL. 2024
Na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal


 
"Acontece na cidade do Porto o I Encontro Mundial das 64 Cátedras que integram a rede internacional de docência e pesquisa do Instituto Camões e que têm como finalidade fundamental a promoção e difusão da língua portuguesa como língua plurietnicocultural de conhecimento, de ciência e de cultura.

Dessas 64 Cátedras Camões, presentes em quatro dos cinco continentes, 9 encontram-se sediadas em universidades brasileiras. Juntas e em trabalho de estreita colaboração, que vem se intensificando nos últimos anos, são a representação, no espaço deste I Encontro Mundial, do compromisso democrático da universidade brasileira com o saber, a ciência, a cidadania e a cultura."






  1. Cátedras Camões representantes do Brasil no Encontro



para saber +

1º Encontro de Cátedras do Camões, I.P. | in Blogue da Universidade de Vigo





Cátedras Camões, I. P.:
Cátedra Camões em Andorra, Espanha | Camões, I.P.
[...]


Cátedras no Brasil:
Cátedra Jaime Cortesão, USP | Site institucional | Facebook | Youtube.
Cátedra Padre António Vieira de Estudos Portugueses/ PUC Facebook 
Cátedra Agostinho da Silva/UnB e UFU Facebook
Centro de Estudos Luso-Afro-Brasileiros/PUC Minas Facebook
Cátedra Fidelino de Figueiredo, Salvador Facebook
Cátedra Marquês de Pombal, São Cristóvão Facebook 
Cátedra José Saramago, Curitiba Facebook
Cátedra Lídia Jorge, Goâina | Facebook 








Redação: 20.07.2024