2026/03/14

Camões no Boletim do Instituto Luís de Camões, em Macau




Camões no Boletim
do Instituto Luís de Camões
em Macau

José Carlos Canoa
Membro da RCnA&A
Docente do IPOR









O edifício da atual Biblioteca Sir Robert Ho Tung alojava a sede do Instituto:
A imagem mais antiga permite imaginar como seria no tempo do Instituto Luís de Camões.
primeira imagem, a cores, está disponível na Wikipédia,
a imagem do edifício antigo, a preto e branco, encontra-se no site 

  CRIAÇÃO DO INSTITUTO | 1963  

O “Instituto Luís de Camões” foi fundado em Macau, 
em 22 de junho de 1963através da Portaria nº 7268, 
sob a proposta do Leal Senado da Câmara de Macau 
ao governador António Lopes dos Santos. 
A sede ficava no edifício da Biblioteca Chinesa Sir Robert Ho Tung.
Nessa mesma portaria foi aprovado 
Regulamento do Instituto Luís de Camões.

A Portaria n.º 7268, de 22 de junho de 1963, in Boletim Oficial de Macau n.º 25, p. 674-678
Macau: Imprensa Nacional, 1963

GOVERNO DA PROVINCIA
Portaria n.° 7 268

"Tendo sido apresentados pelo Leal Senado da Câmara de Macau ao Governo desta província os Estatutos do Instituto Luís de Camões:

Ouvida a Secção Permanente do Conselho de Governo;

No uso da competência atribuída pelo artigo 155.° da Constituição, o Governador de Macau manda:

Artigo único. São aprovados os Estatutos do "Instituto Luís de Camões" que fazem parte integrante desta portaria e que baixam assinados pelo chefe da Repartição Provincial dos Serviços de Administração Civil.

Cumpra-se."
Residência do Governo, em Macau, aos 22 de junho de 1963.
O Governador, António Adriano Faria Lopes dos Santos.

  ESTATUTOS DO INSTITUTO LUÍS DE CAMÕES  

Transcrição de alguns artigos dos Estatutos: 1963 do Instituto Luís de Camões
aprovados pela Portaria Provincial no. 7268, de 22 de junho de 1963  
"que definem a essência e o modus operandi do “Instituto Luís de Camões” (Aresta 2024).

Artigo 1.º: É fundada, com sede na cidade de Macau, para funcionar por tempo indeterminado, uma associação sem fins lucrativos, denominada ‘Instituto Luís de Camões’, que se regerá pelos presentes estatutos e ficarão sob a orientação do Leal Senado da Câmara de Macau e sob a égide científica da Junta de Investigações do Ultramar.

Artigo 2.º: O ‘Instituto Luís de Camões’ terá por finalidade:
  • a) Promover os estudos relativos à história da acção portuguesa no Extremo Oriente, em especial no que se refere às relações com os povos e governos desta área geográfica e à influência neles exercida e, reciprocamente, à que eles exerceram na cultura e modo de viver dos portugueses;
  • b) Fomentar entre os portugueses o interesse pelas culturas, realizações e vida dos povos do Extremo Oriente e o interesse destes pelo pensamento e vida de Portugal;
  • c) Suscitar e intensificar o intercâmbio artístico e cultural com os povos do Extremo Oriente, e em particular com o povo chinês;

Artigo 3.º: Para alcançar o objectivo proposto, poderá o ‘Instituto Luís de Camões’ usar dos seguintes meios:
  1. Publicação regular duma revista e colaboração em publicações estrangeiras de índole cultural;
  2. Promoção ou colaboração em: congressos, colóquios, conferências e palestras, em qualquer idioma; emissões radiofónicas; récitas, saraus artísticos e sessões culturais; exposições de arte;
  3. Tradução e divulgação em língua chinesa e outras línguas da região das obras mais significativas da índole e da cultura do povo português, e versão para português das obras mais expressivas da vida e cultura dos povos do Extremo Oriente;
  4. Edição e publicação de trabalhos produzidos pelos seus associados ou outros indivíduos, desde que os assuntos versados estejam intimamente ligados com a finalidade do ‘Instituto Luís de Camões’."
Fonte: António Aresta - O Instituto Luís de Camões
Jornal Tribuna de Macau, 28.02. 2024


  "PRÓLOGO", i.e., Editorial do BILC 

"Com este boletim vem a lume o primeiro número duma publicação que é, ou pretende ser, a corporização duma das mais antigas necessidades desta terra — a criação dum órgão de cultura onde se espelhem alguns aspectos de modos de ser e de sentir de duas civilizações quase antípodas; uma, do Oriente, e outra, do Ocidente. No seu fluir constante, na sua progressão perene através dos tempos, elas seguem cada qual seu rumo à parte, separadas pelas determinantes do clima, dos acidentes geográficos, dos fenómenos históricos, e bafejadas pela viração dos imensos espaços intermediários que percorrem na cadência dos séculos.

Macau, num recanto quase esquecido do mundo, parece destinada a ser o ponto de confluência das duas civilizações. Aqui, à sombra de suas árvores frondosas, e pelas avenidas ou ruelas, de perfil moderno ou pululadas de vetustas construções, dois povos existem lado a lado, duas civilizações, duas mentalidades se confrontam, que são expoentes de duas culturas — a chinesa e a portuguesa. Todavia, deste convívio secular, das influências mútuas nos hábitos cotidianos, na própria língua que falam muitos dos seus naturais, desta como que osmose cultural que inevitavelmente haveria de plasmar os espíritos duns e doutros — pouco ou nada se encontra registado para conhecimento dos vindouros. Eis a ideia que presidiu à criação deste boletim: — que ele sirva de elo entre as duas culturas tão díspares, levando até ao público aquilo que era do conhecimento de alguns, isto é, as suas manifestações no domínio da ciência e da arte, a fim de que alguma coisa fique de útil para um melhor conhecimento e compreensão das suas gentes. Mas o boletim deverá a sua existência ao esforço e dedicação dos seus associados e será aquilo que eles quiserem que seja: permanecerá, enquanto se mantiver acesa a chama que lhe der vida e alento; extinguir-se-á, quando aquela chama se tornar mortiça e perecer.

Assim possam os colaboradores, com trabalho, perseverança e sacrifício, contribuir, na medida dos seus esforços, para o êxito deste empreendimento."

O Presidente da Direcção.
Dr. Énio da Conceição Ramalho

As trocas interculturais entre a Ásia e Portugal

"En janvier 1965, sort le premier numéro de Boletim do Instituto ‘Luís de Camões’ qui cherche à développer les études sur l’histoire des Portugais en Extrême-Orient, et les échanges interculturels entre l’Asie et le Portugal. 
Ce Bulletin marque un tournant dans l’histoire de la presse de Macao en langue portugaise. Publié dans les années soixante, période houleuse de l’histoire de Macao3, le périodique adopte un discours plus ouvert sur le monde, en accord avec son époque, et porte un regard plus tolérant sur l’autre et l’Orient."
Vanessa Sérgio
2018


 ESTRUTURA DO INSTITUTO / BOLETIM 

Transcrição do vol. I, n.º 1 - 1965:

INSTITUTO LUÍS DE CAMÕES
(Sob a orientação do Leal Senado da Câmara de Macau
e sob a égide científica da Junta de Investigações do Ultramar)

PRESIDENTE HONORÁRIO:
Tenente-Coronel António Adriano Faria Lopes dos Santos

CORPOS GERENTES PARA O ANO DE 1965

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente: Dr. Adelino Barbosa da Conceição.
Vice-presidente: Dr. Henrique de Sena Fernandes.
Secretário: José dos Santos Ferreira.

DIREÇÃO

Presidente: Dr. Énio da Conceição Ramalho.
Vice-presidente: Dr. José Tertuliano Exaltação da Santa Cruz Cabral.
Secretário-geral: Luís Gonzaga Gomes.
Tesoureiro: Nuno de Sena Fernandes.
Vogal: Chio Pan Lan.

COMISSÃO EXECUTIVA

História de Macau: Pe. Manuel Teixeira.
Expansão Portuguesa no Extremo Oriente: José Maria Braga.
Missões no Extremo Oriente: Pe. Benjamim Videira.
Botânica e Flora Local: Maria Alice Duarte Gil Agostinho.
Dialectologia: Dra. Graciette Batalha.
Música: Dr. António Garcia.
Palestras Radiofónicas: Dr. José Tertuliano Exaltação da Santa Cruz Cabral.
Cinematografia: Dr. Henrique de Sena Fernandes.
Exposições de Arte: Oseo Acconci.
História Militar: Major Acácio Cabreira Henriques.
Traduções de Chinês: Carlos Maria Siqueira.
Propaganda e Divulgação: Dr. António Nolasco da Silva.
Relações Luso-Chinesas: Afonso Santos Chen.
Desporto: Joaquim Morais Alves.

CONSELHO FISCAL

Presidente: Dr. Pedro de Guimarães Lobato.
Relator: Dr. José Luís Freire Garcia.
Vogal: Dr. José Marcos Batalha.

SÓCIOS FUNDADORES

Dr. Pedro José Lobo, Dr. Alberto Pacheco Jorge, Carlos Humberto da Silva, 
Dr. Gustavo Nolasco da Silva, Dr. Alberto Eduardo da Silva, 
Dr. Adelino Barbosa da Conceição, Jaime Robarts, Joaquim Morais Alves, 
José Teodoro Boyol, Luís Gonzaga Gomes, D.ª Ricardina Alberty Lopes da Silva.

COMISSÃO DE REDACÇÃO

Dr. Énio da Conceição Ramalho, Dr. Adelino Barbosa da Conceição, 
Pe. Manuel Teixeira, Pe. Benjamim Pires, Luís Gonzaga Gomes, 

Chio Pan Lan e Ch'oi Leng Seong.



 CAMÕES NO BOLETIM DO INSTITUTO "LUÍS DE CAMÕES" 

Órgão e Propriedade do Instituto "LUÍS DE CAMÕES"
Publicação de periodicidade não obrigatória

Sede: 
Biblioteca "Sir Robert Ho Tung"
Largo de Santo Agostinho, n.º 2, em Macau

💻 🌏
Os 14 volumes do BILC, publicados entre 1965 e 1981,
São o item 92 da lista de 
organizada pela Biblioteca Pública do Instituto Cultural.




  TEXTOS CAMONIANOS no BILC 

1972
Volume VI, números 1-2 (Primavera e Verão), 3-4 (Outono e Inverno)

[Ver a fotografia que consta no início, da gruta de Camões]


1.    EDITORIAL  📕
"Comemorando-se este ano, nos meios culturais de todo o globo terráqueo, o Quarto Centenário da Primeira Edição dos Lusiadas, ciclópico poema em que o fulgurante génio de Camões cantou, em altíloquos decassílabos, a gaIhardia, a nobreza e o valor de toda a Lusitanidade, não podia o Instituto Luís de Camões deixar de contribuir, posto que, modestamente, para esta Festa da Nacionalidade.

E, pois, este número exclusivamente consagrado à passagem de tão fúlgida efeméride, tendo o distinto lusófilo norte-americano, Prof. Edgar C. Knowlton acedido, gentilmente, traduzir para a língua inglesa o poema Camões de Almeida Garrett, O Homem de Java, de Casimiro José Marques de Abreu, e uma peça em um acto de Machado de Assis Tu, só tu, puro amor sobre o assunto.

A vasta cultura do Prof. Edgar C. Knowlton permitiu-lhe anteceder as três traduções de ensaios que elucidam os leitores estrangeiros, familiarizados com a língua inglesa, sobre o ambiente e as circunstâncias que proporcionaram a génese das três obras em questão, sendo todas as três traduções completadas com eruditas notas explicativas.

Devido a dificuldades materiais, a tradução da peça de Machado Assis só será publicada no número a seguir.

Escusado será de dizer que o trabalho da tradução destas três obras representa um entusiástico esforço individual, empreendido sem esmorecimento, no qual foram despendidas muitas horas de labor e de fatigantes vigiíias, à margem das atividades normais da profissão de pedagogo, do Prof. Edgar C. Knowlton, motivo por que o Instituto Luís de Camões, gostosamente, patenteia o seu reconhecimento, por tão sadia e nobre colaboração."

INSTITUTO LUÍS DE CAMÕES
Editorial do Boletim do Instituto Luís de Camões
vol. VI, n.º 1-2 (1972), p. 15

 TEXTOS 


2.
CAMÕES Poem translated from Portuguese 
with introduction and notes, by Edgar C. Knowlton, Jr.,
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. VI, n.º 1-2 (Primavera e Verão de 1972), 7-122.


3.
CASIMIRO JOSÉ MARQUES DE ABREU'S PLAY, CAMÕES AND THE MAN OF JAVA 
together with Author's Prologue and an Introduction by the Translator, Edgar C. Knowlton Jr.
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. VI, n.º 1-2 (Primavera e Verão de 1972), 
Macau: Imp. Nacional, p. 123-138.

OUTRAS EDIÇÕES
Casimiro [José Marques] de Abreu
Camões e o Jau: cena dramática
Lisboa: Tipografia do Panorama, 1856
– [Representada no teatro D. Fernando em 18 de Janeiro de 1856]. 

Reed. em: As primaveras [“2.ª ed. (3.ª de Lisboa) accrescentada com novas poesias”]; 
O Camões e o Jão [p. 195-211]; 

Dois romances em prosa: o juízo crítico de vários escriptores brazileiros. 
Prólogo por M. Pinheiro Chagas. – Lisboa: Typ. do Panorama, 1867
Reed.: Lisboa: Imp. Joaquim Germano de Sousa Neves, 1871. / 1875
Reed: Lisboa: Mattos Moreira & Cardoso, 1882

Camões e o Jáo: cena dramática.
Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1972.

Camões e o Jau. – Reprodução fac-similada da 1.ª ed., 1856. 
Apresent. Aldio Leite Corrêa; estudo prévio de Maximiliano de Carvalho e Silva. 
Niterói: Comissão Esp. do IV Centenário da Morte de Luís de Camões, 1980.


4.
“You, Love, and Love Alone”, by Machado de Assis 
translated by Prof. Edgar C. Knowlton Jr.
[Peça em um ato: Tu, só tu, puro amor].
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. VI, 
n.º 1-2 (Outono e Inverno de 1972), 149-175

Ver:
in Luís de Camões - Diretório de Camonística, 15.12.2025


1973

5.
Luís Gonzaga Gomes
 Museu Luís de Camões 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. VII, 
n.º 3 (Outono de 1973), 271-323


1975

6.
João Afonso Corte-Real
 Macau na vida de Camões 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. IX, 
n.º 3-4 (Outono e Inverno de 1975), 159-164

7.
Carlos Francisco Moura
 A Cidade do Nome de Deus em 1880, vista por um brasileiro 
[A China e os chins, 1888, de Henrique C. R. Lisboa]
[Acerca de: A China e os chins: recordações de viagem / por Henrique C. R. Lisboa. 
Montevideo: Typographia a vapor de A. Godel, 1888].
Ver:
“A Gruta de Camões e outros monumentos”, p. 169
contém referências à gruta e a ilustração "Entrada da Gruta de Camões".

in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. IX, 
n.º 3-4 (Outono e Inverno de 1975), 165-181


1979

8.
Manuel  Teixeira
 “A voz das pedras de Macau” 
Contém “Gruta de Camões”, p. 151-152.
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XII e XIII, 
n.º 3-4 (Outono e Inverno de 1978), 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1979), 5-320




1980

Vol. XIV, n.º 1, 2, 3, e 4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980)

“Número especial comemorativo do IV centenário da morte de Camões”

"IV CENTENÁRIO DA MORTE DE CAMÕES"



9.
Pe. Manuel Teixeira
 Camões em Macau 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 1-32

10.
C. R. Boxer
 Was Camões ever in Macau? 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 33-40

11.
Fr. Manuel Teixeira
Camões in Macau
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 41-61

12.
Carlos Estorninho
 A Gruta de Camões na História, na Literatura e nas Belas Artes 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 63-75

13.
Beatriz Basto da Silva
 Edições de Os Lusíadas em Macau 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 77-97

14.
Graciete Batalha
 Presença atual de Camões em Goa 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 99-118

15.
Carmem Fernandez
Camões y el mito de Doña Ines
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 119-123

16.
Carmen Fernandez
Sobre algumas poesias castellanas de Camões
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 125-143

17.
Cristo nos Lusíadas, 
discurso proferido pelo Pe. Manuel Teixeira  no "Dia de Camões" 10-6-1939.
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 145-156

18.
Clara Maria Nunes
 A atualidade ético-política de "Os Lusíadas" 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 157-164

19.
Dr. Túlio L. Tomaz
 Camões, o Amor e o Desconcerto do Mundo 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 165-192

20.
 ALBUM DA GRUTA DE CAMÕES 
o de um álbum pertencente a Lourenço Marques, 
antigo proprietário da gruta de Camões (Macau), 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 

21.
Pe. M. Teixeira
 Paródia à Proposição dos Lusíadas 
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 215-

22.
Dr. José dos Santos Ferreira
Camões, grandi na nacám
in Boletim do Instituto Luís de Camões, vol. XIV, 
n.º 1-4 (Primavera, Verão, Outono e Inverno de 1980), p. 219-234



 TEMAS do BILC 

Esta publicação cultural 
que visava servir "de elo entre" as culturas do Oriente e do Ocidente,
teve uma  com periodicidade anual, divulgando junto do público
as "manifestações no domínio da ciência e da arte" desta culturas díspares.

Desse modo, nela encontramos artigos dedicados a
História:
- História de Macau, Expansão Portuguesa no Extremo Oriente,
Missões no Extremo Oriente, História Militar,
Relações Luso-Chinesas.
Ciência:
Botânica e Flora Local.
Língua:
 Dialectologia, Traduções de Chinês
Artes:
Música, Cinematografia, Exposições de Arte, 
Desporto
e também sobre "Palestras Radiofónicas"
e "Propaganda e Divulgação"



para saber +


in Luís de Camões - Diretório de Camonística

Macau. Biblioteca Pública do Instituto Cultural
Macau: Biblioteca Pública do Instituto Cultural.





  • Macau. Leal Senado da Câmara de Macau (1963) Estatutos do Instituto Luís de Camões. Macau: Imprensa Nacional.
  • Macau. RC, Redação (1988) RC - Um ano de publicação, Revista de Cultura . Edição em português, n.º 4 (jan.-fev. 1988), p. 3-8?.





Redação: 13.03.2026

A VIDA DE CAMÕES