Camões Poeta, Herói n'Os Lusíadas
LANÇAMENTO DE LIVRO
de Helena Carvalhão Buescu
15 JAN. 2026 | Nas livrarias, em Portugal
Disponível em pré-venda no site da Editora
Lisboa: Tinta da China / U. Macau, jan. 2026
208 p. (13,3x18,9) | Amostra, em PDF
ÍNDICE
1. Herói e imortalidade | p. 15
2. Epopeia e desconcerto do mundo | p. 56
3. Múltiplas imagens de Camões | p. 82
4. Formas de sobrevida da epopeia camoniana | p. 97
5. Camões no Oriente | p. 190
"No centenário de Camões, a Tinta-da-china traz
um ensaio sobre o desconcerto do mundo que percorre Os Lusíadas,
a grande epopeia portuguesa, por Helena Carvalhão Buescu.
Propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção
que alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses
e, por outro, o tema que permite compreender como Camões Poeta
se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia."
O desconcerto do mundo que percorre Os Lusíadas
"Partindo do conceito de negative capability, de John Keats, propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção que estreitamente alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses e, por outro, o tema do desconcerto do mundo. Este tema, importado da lírica, torna-se o núcleo da reflexão poética no texto épico e permite compreender como Camões Poeta se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia.
O canto e o desconcerto são, assim, forma de subjetivização d’Os Lusíadas, levando o Poeta a louvar os que são dignos de integrar o Poema, mas também a expulsar deste aqueles que o não são. É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare.
A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente."
Da contracapa
para saber +
Tinta da China | Instagram
Fernando Alexandre Lopes | Facebook, 31.01.2026
Redação: 31.01.2026

