12 de janeiro de 2023

Exposição A biblioteca de Gaspar Frutuoso




A biblioteca de Gaspar Frutuoso

EXPOSIÇÃO

Biblioteca Nacional de Portugal, sala de exposições, piso 3

16.11.2022 - 22.02.2023


A exposição assinala o V centenário do nascimento de Gaspar Frutuoso (1522-1590), autor açoriano, que reuniu uma importante biblioteca, a qual era composta por cerca de 400 obras impressas.

A exposição apresenta uma mostra de obras do acervo da Biblioteca Nacional de Portugal que correspondem a títulos que foram utilizados por Gaspar Frutuoso na sua grande crónica das ilhas atlânticas, Saudades da Terra. 

A obra, bem documentada e pormenorizada, é composta por seis volumes: a história dos arquipélagos atlânticos (livros III, IV e VI), as ilhas da Madeira (livro II), das Canárias e de Cabo Verde (livro I), e ainda uma novela pastoril (livro V). O manuscrito permaneceu inédito até ser publicado entre 1963-1991.




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6 de janeiro de 2023

José Cid e os Amigos cantam Camões e as Descobertas


 

Camões, as Descobertas... e Nós

José Cid e Amigos

LP, álbum vinil
Portugal: Mercury Records / Polygram Discos, 1992.







Cancioneiro:


  1. A1. Prólogo. – Letra, música e voz: José Cid.
  2. A2. As armas e os barões assinalados. – Letra: Luís de Camões; voz: António Pinto Basto, música: José Cid; guitarra portuguesa: José Luís Nobre Costa, viola: João Veiga.
  3. A3. Caminho da Índia. – Letra: José Cid; Voz: Rita Guerra, música: José Cid.
  4. A4. Já no largo oceano navegavam. – Letra: Luís de Camões; voz: Jorge Palma; música: José Cid.
  5. B1. Profecia. – Voz: Carlos do Carmo; música: José Cid.
  6. B2. Nau Catrineta. – Letra: Almeida Garret; voz: Paulo Bragança; música: José Cid; flauta e guitarra: Tó da Braguesa.
  7. B3. Senhora do mar. – Voz: João Paulo [Esteves da Silva] e A Praia Lusitana; música: João Paulo Esteves da Silva.
  8. B4. Nova Epopeia. – Letra, voz e música: José Cid.







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5 de janeiro de 2023

Tuna Camoniana da UAL canta Os Lusíadas

 

 

A Tuna Camoniana canta EPOPEIA,
com um reportório inspirado em Os Lusíadas, CD editado em 2007


Dos três trabalhos discográficos editados pela Tuna Camoniana, destacamos Epopeia (2007), em que o grupo que compôs 10 músicas inspiradas em Os Lusíadas “numa vertente de espetáculo temático, que conta com a participação de Fernando Tordo e Manuel Freire, bem como de outras músicas não originais, mas adequadas ao espetáculo idealizado” [in “Historial”, no site da Tuna]





Inês, serenata original da Tuna Camoniana
Letra de Ana Maria Marques e música de Tiago Marques.



As canções do CD EPOPEIA:


  1. Canto Primeiro. – Com Manuel Freire. – Letra: duas primeiras oitavas da epopeia de Camões. 
  2. À Descoberta. – Tradicional, original – Letra: Ana Maria Marques; música: Tiago Marques; arranjos: Tiago Marques & Tuna Camoniana.
  3. Com que voz. – [...].
  4. Irmandade das Estrelas. – Instrumental, versão – Música: Carlos Nuñez; arranjos: Tuna Camoniana.
  5. Terrível Adamastor. – Tradicional, original. – Letra: Gonçalo Esteves; música: Miguel Caeiro e Afonso Metello; arranjos: Tuna Camoniana.
  6. Bravura lusitana. – Tradicional, original.
  7. Inês. – Serenata, original – Letra: Ana Maria Marques; música: Tiago Marques; arranjos: Tiago Marques e Tuna Camoniana.
  8. Indica passagem. – Tradicional, original – Letra: André Moreiras; música: Miguel Caeiro, Rui Martins e Tiago Marques; arranjos; Tiago Marques & Tuna Camoniana.
  9. Ilha dos Amores. – Serenata, original – Letra: Afonso Metello; música: Afonso Metello; Arranjos: Tiago Marques & Tuna Camoniana; participação especial: Fernando Tordo.
  10. Amor a Portugal. – Com Fernando Tordo – Tradicional, versão.  – Letra: João Mendonça e Zeca Medeiros; música: Enio Morriconne; arranjos: Tiago Marques & Tuna Camoniana.






Quem são os Tuna Camoniana?


é um grupo musical
da Universidade Autónoma de Lisboa Luís Vaz de Camões,
fundada a 21.02.1992,
em que todos os tunos tomam Camões “como modelo de virtude seguindo a máxima
‘Na Verve Virtuosos, Na Estroina Espantosos’”.



 






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3 de janeiro de 2023

Receção de Camões na Rússia









"O escritor Luís de Camões, a par de Fernando Pessoa, é um dos poetas lusófonos mais traduzidos para língua russa, podendo, neste campo, competir com outros nomes da poesia a nível mundial.
O maior homem das letras portuguesas começou a ser conhecido na sociedade russa em meados do séc. XVIII, numa altura em que se assistia precisamente à aproximação das cortes de Lisboa e de São Petersburgo."

José Milhazes, in Camões: o maior dos nossos poetas na Rússia.

 









Traduções da obra camoniana 













Лузиады [Os Lusíadas] 



Moscou: Rudomino Book Centre, 2014.





2011 – Лузиады [Os Lusíadas]. Introd., trad. poética e comentário de Olga Ovcharenko. São Petersburgo: Vita Nova.

2002 – Camões na Literatura Russa: séculos XVIII-XX. – Antologia. Ed. Biblioteca Nacional da Literatura Estrangeira em Moscovo, Moscovo. – [243 p., il.].

1988 – Лузиады. Сонеты / Os Lusíadas. Sonetos. – Pref., comentários e trad. da epopeia por Olga Ovtcharenko; tradução dos sonetos por A. Bondar, E. Witkovsky, M. Talov, N. Belov, Olga Ovcharenko, V. Igelnitskaya, V. Levik, V. Reznichenko. Il. de sobrecapa e ilustrações de interiores por Lydia Ilyina. Moscou: Художественная литература [Ficção], 1988. – [capa dura e sobrecapa, 504 p.]. / 2.ª ed., Moscou: Eksmo-Press, 1999. – [capa dura e sobrecapa, 480 p.].













Drama português

[Luis de Camões – El Rei Seleuco, Filodemo; Francisco Sá de Miranda]
Trad. de Y. Stefanova, Alexandra Koss, Alla Sharapova.
Moscovo, 1985.





1980 – Лирика [Letra da música]. Comp. E. Golubeva e I. Khokhlova; Pref. S. Eremina. Moscou: Худож. лит.

1974 – Лузиады: Отрывки [Lusíadas: Fragmentos]. Trad. Inna Tynyanova. Col. Poetas europeus do Renascimento. Moscovo.










Sonetos

1964
Pref. e trad. por Wilhelm Levick e M. Talov
Moscou: Художественная литература [Ficção].










Лузиады: Поэма в десяти песнях. Текст поэмы


Pref., ensaio biográfico e trad. em prosa por Alexandre Tchudino

São Petersburgo, col. “Biblioteca Clássica Russa”, Edição de A. I. Glazunov, 1897.







1882 – Os Lusíadas, 15 págs., publicadas, tradução por Vladimir Markov.

1788 – Os Lusíadas: poema heróico. Moscovo. – Tradução integral em prosa por Alexandre J. Dmitriev a partir da ed. francesa La Lusiade... poème historique en 10 chants (trad. V. d’Hermilly e La Harpe).

1779 – Os Lusíadas, Canto III, tradução em prosa a partir do francês. – Publicado na Rússia em 1779, desconhece-se o autor.

1744 – Breve Compêndio de Retórica, de M. V. Lomonossov (1711-1765). – Contém exemplos da obra camoniana e de outros autores universais.



Referências:




Leituras Camonianas:
  1. AA.VV. (1994) [I] Leituras camonianas: materiais do primeiro colóquio de lusitanistas da Rússia. Org. Faculdade de Filologia da Universidade Estatal de Moscovo Lomonóssov; colab. e rev. dos textos em port. Filipa Ribeiro da Cunha; colab. e rev. dos textos em russo Marina A. Kossárik. Moscovo: U.E.L. – [99 p., ISBN 5-85302-033-1].
  2. AA.VV. (1995) [II] camonianas: materiais do colóquio científico internacional de lusitanistas. Og. Faculdade de Filologia da Universidade de Moscovo Lomonóssov; colab. e rev. dos textos port. Filipa Ribeiro da Cunha; colab e rev. dos textos russo Marina A. Kossárik. Moscovo: U.E.M.L. – [111 p., ISBN 5-7552-0084-X].
  3. AA.VV. (1998) III Leituras Camonianas: encontro de lusitanistas [em Moscovo]. – Moskovskij gosudarstvennyj universitet imeni M V Lomonosova, Russia, 20-22-05.1998.
  4. AA.VV. (2000) IV Leituras Camonianas: materiais do colóquio científico internacional de lusitanistas. Moscovo, Universidade Estatal de Moscovo Lomonossov. – [ISBN: 5-317-00021-1]
  5. AA.VV. (2016) V Colóquio das “Leituras Camonianas”, Moscovo, Universidade Estatal de Moscovo Lomonossov, 28.10.2016. – Org. Professores de Português da Universidade de Moscovo. – „O evento juntou cerca de 30 estudiosos das mais prestigiadas universidades do país, e da Academia de Ciências da Rússia, em torno das questões da lusofonia.“

  • BELOUSOV, R. (1980) Camoens, o criador de "Lusiad", in Eastern Almanac, Moscou.
  • BOREVSKAYA, N. E. (1974) Сравнительный анализ «Лузиад» Камоэнса  [Análise comparativa dos "Lusíadas" de Camões], in Народы Азии ной. Moscou, p. 623-641.
  • DROBINSK, A. - [verbete sobre Os Lusíadas], in Enciclopédia Soviética. [...].
  • JIRMUNSKY, Malkiel (1915) Comédias de Camões, in Liubov q triom apelsinam [Amor às Três Laranjas], Petrograd: in Livros 4/7, p. 159-165.
  • JUKOVSKI, V. A. (1839) Camões [poema dramático]. – [V. A. Jukovski, 1783-1852].
  • KANDEL, B. L. (1970) Camöens dans la littérature russe, Revue de littérature comparée, n.º 4 (out.-dez. 1970), p. 509-531.
  • KHERÁSKOV, M. M. (1779) “Ponto de vista sobre poemas épicos” [valorização da epopeia camoniana], introd. a Russíada (1779).
  • KHOKLOVA, Irina (2011) Receção de camões na literatura russa, verbete, in Dicionário de Luís de Camões. Coord. Vítor Aguiar e Silva, Lisboa: Caminho, p. 824-832.
  • KOKHLOVA, Irina (1984) Camões na literatura russa, in Estudos sobre a projecção de Camões em Culturas e Literaturas Estrangeiras, Org. Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa: ACL., Col. “Os Lusíadas”, vol. III, p. 529-550.
  • LEVICK, Wilhelm (1964) Poeta, soldado e navegador, in Sonetos. Pref. e trad. por V. Levik e M. Talov. Moscou: Художественная литература.OVTCHARENKO, Olga (1988) A musa rebelde de Camões, prefácio, in Os Lusíadas. Sonetos. – Pref., comentários e trad. da epopeia por Olga Ovtcharenko; tradução dos sonetos por Olga Ovcharenko et al., Moscovo: Художественная литература, p. 5-11.
  • OVTCHARENKO, Olga (1992) A mulher na obra camoniana, Colóquio/Letras, Ensaio, n.º 125/126 (Jul. 1992), p. 9-13.
  • OVTCHARENKO, Olga (1993) O elemento épico n’Os Lusíadas e n’A Guerra e Paz, Vértice, (jan.-fev. 1993).








Olga OVTCHARENKO
Luís de Camões e os aspectos mais relevantes da literatura renascentista portuguesa
Moscovo: Golos-Press, 2005.



  • PLAVSKIN, 3. I. (1966) Камоэнс [Camoens], in Краткая литературная энциклопедия [Breve enciclopédia literária], vol.  3, 374-379.
  • TREDIAKOVSKI, V. K. (1766) “Explicação preliminar ao poema heróico” [expressa a sua opinião sobre a epopeia camoniana], in Telemaquida (1766).




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30 de dezembro de 2022

CAMONISTA - Eduardo Ribeiro













Eduardo Ribeiro junto da réplica do mais antigo globo terrestre chinês, executado na China em 1623 (Coleção da British Library, Londres) durante o colóquio China/Macau: Viagens, Peregrinações e Turismo, org. CCCM, 2014.



Eduardo Alberto Correia Ribeiro, n. em 15.04.1948
Camonista, magistrado, advogado, jurista, investigador.
*
Licenciado pela faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, em 1972.
Nasceu em Moçâmedes, Angola, onde viveu cerca de 24 anos (1948-58, 1962-66, 1973-82); residiu em Macau 28 anos (1985-98, 2000-2014) e vive atualmente em Portugal. A sua vida profissional, muito diversificada, estendeu-se, pois, de África ao extremo Oriente (Macau).
Em março de 2006 publica no jornal diário de Macau Ponto Final o artigo “Camões nas partes da China. Obviamente, em Macau”. Desse ano em diante dedicar-se-ia ao estudo da vida e obra de Luís de Camões com uma abordagem centrada na sua biografia oriental.
Para além dos muitos artigos, comunicações e palestras, destacam-se as três obras: Camões em Macau: uma verdade historiográfica (2012, reeditada em 2020), Camões no Oriente e outros textos (2012, reeditada em 2018) e Camões in Asia (1553-1570) (2016), obra em língua inglesa “com uma súmula da investigação do Autor sobre a historicidade de Camões em Macau”. Leiam-se infra alguns comentários à sua obra, por parte de um grande amigo e também do reconhecido camonista Vítor Aguiar e Silva.


"[...] fiquei ciente do seu empenhamento na pesquisa camoniana, com foco na demonstração historiográfica da estada de Camões em Macau. A pesquisa começou com uma polémica em jornal local e continuou no livro Camões em Macau, que em Lisboa foi reeditado e publicado em versão inglesa para venda no estrangeiro [Camões in Asia, 2016].

Esta mudança de tempo e geografia gerou uma pergunta intrigante de resposta escorregante: que relação há, se há, entre a judicatura profissional e a devoção historiográfica quanto à estada de Camões em Macau e o mais de atinente biografia? Afinal há uma relação, sim: O juiz averigua a verdade e julga com base nas teses e antíteses das partes fazendo a síntese (verdade epistémica dos autos); o historiador averigua a verdade do passado com ela presenteando o público ledor, atual e futuro"

Miguel Faria de Bastos, no Proémio a O Som das Nossas Vozes: uma memória angolana (1972-1982), 2021, de Eduardo Ribeiro. 

 



"Bem documentada e inteligentemente argumentada, é obra que ficará na história dos estudos camonianos como contributo relevante para o conhecimento da vida de Camões nas partes do Oriente, para o conhecimento de alguns aspectos da sua obra poética escrita durante esses largos anos. Mas não se restringe o interesse do seu estudo a esse período da vida e da obra do Poeta - o título não faz justiça à amplitude da obra -, porque as suas informações, reflexões e plausíveis conjeturas sobre Camões após o seu regresso a Lisboa, em 1570, em particular sobre a edição de Os Lusíadas, merecem uma leitura atenta."

Vítor Aguiar e Silva, carta (excerto) enviada ao autor de Camões no Oriente e partilhada na página do Facebook do escritor.  






CAMONIANA













Camões em Macau: uma verdade historiográfica

Eduardo Ribeiro

2.ª ed., “revista e atualizada”.

Lisboa: Mythus de Er, 2020.

Pref. João Paulo Oliveira e Costa.





  • Camões e a China: o que terá o Poeta Luís de Camões, nos dois anos que estanciou em Macau, China (1562-1564), sabido do Império do Meio, a China Ming, e que eventual impacto terá tido esse conhecimento na sua obra? – Palestra, em Lisboa, na Sociedade de Geografia - Secção Luís de Camões, 18.10.2019.
  • Camões em Macau. – Palestra, em Portela, na Universidade Sénior, 22.10.2019.
  • Diogo do Couto e os trabalhos de Sísifo: a importância da “Década VIII da Ásia” para a biografia oriental camoniana. – Palestra, em Lisboa, na Sociedade de Geografia - Secção Luís de Camões, 15.03.2019.













Camões no Oriente e outros textos

Eduardo Ribeiro

2.ª ed., Lisboa: e.a., out. 2018.

1.ª ed., Lisboa: Labirinto de Letras, fev. 2012.





[A enumeração dos 6 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa, 2018:]


I. Roteiro cronológico de Camões no Oriente, Labirintos, revista eletrónica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, Bahia, Brasil, vol. 5, 2009. – reprod., com o título Roteiro cronológico de Camões no Oriente (1553-1570), em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 23-63.

II. A Pena de Camões, a espada e a caldeirinha, Labirintos – Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, Bahia, Brasil, vol. 4 (2.º semestre de 2008). – reprod., com o título A Pena de Camões num reino de colusão entre a espada, a caldeirinha e a pimenta, em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 65-156.

III. Camões “nas partes da China”, Labirintos – Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, Bahia, Brasil, vol. 3 (1.º semestre de 2008). – reprod., com o título Camões ‘nas partes da China’ (1562-1564), em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 159-184.

IV. Camões e a Grande Muralha da China, primeira versão, Tribuna de Macau, Macau, 15.04.2010; “versão final, revista e aumentada”, Labirintos – Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, Bahia, Brasil, vol. 8, n.º 2 (2.º semestre de 2010). – reprod. em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 187-204.

V. 1513, o ano em que tudo começou ou a ilha da veniaga desvendada, Ponto Final, Macau, 5.06.2009. – reprod. em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 207-211.

VI. Camões e o baralho de cartas: pequena dissertação sobre a insustentável incerteza do estar (ou ter estado) em Macau, Tribuna de Macau, Macau, 10.06.2008. – reprod., com o título O baralho de cartas camoniano, em Camões no Oriente e outros textos, 2.ª ed., Lisboa: e.a., 2018, p. 213-222.

Referências bibliográficas, p. 224-231.
Bibliografia do Autor, p. 232-235.




  • Camões e a China, comunicação, in Diálogos Interculturais Portugal-China 1– Atas. – Aveiro: UA Editora, nov. 2018. – [Congresso Internacional, Aveiro, Instituto Confúcio da Univ. de Aveiro, 15-17.02.2017].
  • Apresentações sobre o tema na Casa Memória de Camões em Constância, em jan. 2018; na Biblioteca Municipal Marquesa do Cadaval de Almeirim, em fev. 2018.
  • A historicidade da presença de Camões em Macau. – Palestra, proferida em Lisboa, na Sociedade de Geografia, 17.11.2017; repetida na Casa-Memória de Camões em Constância, 17.12.2017 [v. também aqui], e na Biblioteca Municipal Marquesa do Cadaval de Almeirim, 28.02.2018.













Camões in Asia (1553-1570) 

Eduardo Ribeiro

Lisboa: Centro Científico e Cultural de Macau, 2016.

Edição em Lisboa em 2016 e lançado em março de 2017.
Igualmente lançado em Macau, em 20.05.2018, na Sala Stanley Ho do Clube Militar de Macau, RAEM.





  • A tradição e a historicidade do estanciamento de Camões em Macau, Revista Oriente/Ocidente, Instituto Internacional de Macau, n.º 32 (2015), p. 28-33.
  • Viagem de Camões ao Oriente. – Palestra, Lisboa, na FLUL, 23.02.2015, org. FLUL e o Círculo Europeu da FLUL.
  • A grande viagem de Camões até à China. – Comunicação, Colóquio Internacional CHINA/MACAU: viagens, peregrinações e turismo, Lisboa, Centro Científico e Cultural de Macau, 13 a 15.10.2014. – [Foram publicadas as Atas do encontro].
  • Presença de Camões em Macau: tradição e historicidade. – Palestra, in Seminário de Estudos Sobre Macau, Lisboa, na FCSH – UNOVA, 3.06.2014.

 
  • Camões em Macau: uma verdade historiográfica. Texto, coord. e rev. Eduardo Ribeiro. Lisboa: Labirinto de Letras, 2012. / 2.ª ed., 2020.
  • Camões no Oriente: coletânea de textos. Lisboa: Labirinto de Letras, fev. 2012. / 2.ª ed., 2018.
  • Roteiro Cronológico-Sentimental de Camões antes departir para o Oriente, Labirintos – Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, vol. 9, 2011. – (“Enviado mas não publicado por interrupção da publicação da Revista”).
  • Camões na China, Macau. – palestra, in Colóquio Camões pelo Mundo, Constância, na Casa Memória de Camões,3.07.2011.
 
  • A língua de Camões, Hoje Macau, Macau, 20.12.2010, Supl. especial do 11.º aniversário da RAEM.
  • Camões e o Mostrengo Adamastor: um poeta sepultado vivo nos Penedos do morro de Patane, Tribuna de Macau, Macau, 10.06.2010.








Camões e Macau

verbete, redigido em 2016, por Eduardo Ribeiro

in DITEMA – Dicionário Temático de Macau
Macau: Universidade de Macau, mar. 2010, 
vol. I, p. 249-253.





  • Os "Penedos de Camões em Macau, Labirintos – Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos Portugueses da UEFS, Bahia, Brasil, vol. 7, n.º 1, 2010.
  • Luís Vaz de Camões: um património desperdiçado, Hoje Macau, Macau, 10.06.2009.
  • Camões e a busca dos trunfos perdidos, Hoje Macau, Macau, 10.06.2008.

  • Camões na periferia de dois impérios: "... verdades puras são, e não defeitos...", Ponto Final, Macau, 8.06.2007, ed. especial de 10 de junho.










Camões em Macau: uma certeza histórica


Eduardo Ribeiro

Macau: Edições COD, 22.11.2007.




  • Atenas: o primeiro pilar da identidade europeia (os 2514 anos da primeira democracia no mundo) [em duas partes], Ponto Final, Macau, 29 e 30.05.2007.
  • Camões: um poeta na periferia de dois impérios, Ponto Final, Macau, Supl. especial de 10.06.2006.
  • A passagem dos francos (Cheng Ho e “1421”; os Árabes, o Islão e Yunnan; o Índico, Vasco da Gama e Ibn Majid; “os experimentados” e o “canal de entrada”) [estudo publicado em cinco partes sucessivas], Ponto Final, Macau, 24 a 28.04.2006.
  • Lusíadas ainda em Macau. Obviamente, Camões com eles, [texto publicado em cinco partes] Ponto Final, Macau, 3, 4, 5, 7 e 10.04.2006.
  • Camões nas partes da China. Obviamente, em Macau, Ponto Final, Macau, 17.03.2006.






Eduardo Ribeiro, autor de Camões em Macau, de visita a Paços de Ferreira






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