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2024/03/21

Exposição de poesia camoniana na UBI




Erros meus, má fortuna, amor ardente:

A vida de Camões contada pelo próprio

Exposição de poesia


MARÇO 2024
segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 20h00

Biblioteca Central da Universidade da Beira Interior (UBI)

Poemas selecionados pelo
Professor Henrique Manso



"Os poemas, selecionados por Henrique Manso, docente da Faculdade de Artes e Letras (FAL), permitem aos visitantes explorar a vida e obra do poeta português, refletindo sobre as suas escolhas, adversidades e paixões através da sua obra.

A exposição, que pretende homenagear os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões e celebrar o Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de março, encontra-se disponível para visita na Biblioteca Central da UBI, até ao final do mês de março".


In: UBI







2024/02/23

Como ler Camões hoje, palestra por Antonio Carlos Cortez


  

Como ler Camões hoje

23 MAR. 2024  | 17:00 às 19:00

na Sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém, Lisboa


Com intervenção musical do agrupamento 
Il Dolcimelo



"No dia da poesia, no CCB. Tema: Como ler Camões hoje.
 
Analisei 3 poemas de Camões, mas partindo de premissas simples:

1- a poesia como linguagem,

2 - a poesia de Camões e o estilo de época, cultismo e conceptismo ou da poesia como "Vt pictvra poesis",

3 - a necessidade de evitar toda a espécie de impressionismo, psicologismo e biografismo,

4 - a importância da transdisciplinaridade / ler poesia em rede: contributos da filosofia, da história da arte e da História,

5 - a importância do como na poesia, mais do que o quê.

Cerca de 80 pessoas vendo e ouvindo. 
Aos amigos que foram o meu grato abraço. Ao CCB parabéns pela iniciativa.

Em maio/junho darei curso sobre Camões. 4 cenas de OS LUSÍADAS."

"4 cenas vivas:

a) Inês de Castro ou o lirismo na estrutura da épica;

b) Velho do Restelo: a voz da consciência nacional, Símbolo e mito;

c) Adamastor: a descida aos infernos, Símbolo e mito. O tema da catábase na literatura (breve excursão);

d) Leonardo na Ilha do Amor.

E será sempre o comentário textual a conduzir a nossa reflexão, 
não qualquer superstição literária ou qualquer moda em voga (Estudos Culturais ou outras formas de neo-impressionismo)."


vários post no perfil do Facebook do palestrante.







António Carlos Cortez
Ensaísta, poeta, professor, autor do romance Um dia lusíada.
[Imagem no perfil do Facebook de Elisa Costa Pinto]