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2024/05/10

Estórias d’Os Lusíadas, as conferências de António Carlos Cortez

 

Estórias d’Os Lusíadas

CONFERÊNCIAS

António Carlos Cortez

15, 22 e 29 maio e 5 junho de 2024

No CCB - Centro Cultural de Belém, Lisboa | Portugal








"Como ler Os Lusíadas a partir de certas Estórias? 
Em quatro sessões, António Carlos Cortez partilha connosco as estórias de
Adamastor, de Veloso na Ilha dos Amores, o canto de desgosto de Leonardo 
na mesma Ilha e a subida ao Paraíso de Vasco da Gama. 
Venha conhecer ou relembrar alguns dos heróis desta epopeia."


Sessão 1 
15 maio de 2024 
Estórias de Adamastor

Sessão 2 
22 maio de 2024
Veloso na Ilha dos Amores

Sessão 3 
29 maio de 2024 
O canto de desgosto de Leonardo na Ilha dos Amores

Sessão 4  
5 junho de 2024
Subida ao Paraíso de Vasco da Gama





António Carlos Cortez

Escritor, Professor, Ensaísta e Crítico Literário.






2024/04/18

Quem foi Camões?, curso por António Carlos Cortez




Quem foi Camões?

curso 


de 5 a 26 JUN. 2024

4 sessões | 1h30 cada

Semanalmente, às quartas-feiras, das 19h00 às 20h30


Sessões online via Zoom 
ou
presencialmente na redação do Observador, em Lisboa.





"Pretende-se nestas 4 sessões 
interrogar o sentido do sujeito camoniano na poesia de alguém que,
chamando-se Luís de Camões (1524-1580), é ainda hoje um enigma. 

Saber de que modo, nos sonetos e canções, vilancetes e cantigas, 
Camões foi ficção de si próprio. 
Analisar alguns poemas líricos do poeta, tendo por base a linguagem e 
ver como entre uma ideia de autor e a ficção de um eu em desconcerto 
a poesia surge como proposta de vida, 
esse é o eixo fundamental das nossas aulas. 

Entre "fábulas sonhadas" e "erros", "má fortuna e amor ardente", 
que Camões nos fala?"





Capítulos:

1.ª sessão, dia 5: No labirinto de Camões: aspectos biográficos, a hipótese do cripto-judaísmo de Camões. As teses de Fiama Hasse Pais Brandão. O soneto "Enquanto quis fortuna que tivesse".

2.ª sessão, dia 12: Figurações do poeta em dois poemas: "Erros meus, má fortuna, amor ardente" e "Em prisões baixas fui um tempo atado". Como (não) ler à luz da biografia?

3.ª sessão, dia 19: A Canção IX. Análise da vida? Como comentar um texto vivo?

4.ª sessão, dia 26: 4 retratos de Camões: Torga, Sophia, David Mourão-Ferreira e Vasco Graça Moura - quem foi Camões em poetas contemporâneos?








2024/02/23

Como ler Camões hoje, palestra por Antonio Carlos Cortez


  

Como ler Camões hoje

23 MAR. 2024  | 17:00 às 19:00

na Sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém, Lisboa


Com intervenção musical do agrupamento 
Il Dolcimelo



"No dia da poesia, no CCB. Tema: Como ler Camões hoje.
 
Analisei 3 poemas de Camões, mas partindo de premissas simples:

1- a poesia como linguagem,

2 - a poesia de Camões e o estilo de época, cultismo e conceptismo ou da poesia como "Vt pictvra poesis",

3 - a necessidade de evitar toda a espécie de impressionismo, psicologismo e biografismo,

4 - a importância da transdisciplinaridade / ler poesia em rede: contributos da filosofia, da história da arte e da História,

5 - a importância do como na poesia, mais do que o quê.

Cerca de 80 pessoas vendo e ouvindo. 
Aos amigos que foram o meu grato abraço. Ao CCB parabéns pela iniciativa.

Em maio/junho darei curso sobre Camões. 4 cenas de OS LUSÍADAS."

"4 cenas vivas:

a) Inês de Castro ou o lirismo na estrutura da épica;

b) Velho do Restelo: a voz da consciência nacional, Símbolo e mito;

c) Adamastor: a descida aos infernos, Símbolo e mito. O tema da catábase na literatura (breve excursão);

d) Leonardo na Ilha do Amor.

E será sempre o comentário textual a conduzir a nossa reflexão, 
não qualquer superstição literária ou qualquer moda em voga (Estudos Culturais ou outras formas de neo-impressionismo)."


vários post no perfil do Facebook do palestrante.







António Carlos Cortez
Ensaísta, poeta, professor, autor do romance Um dia lusíada.
[Imagem no perfil do Facebook de Elisa Costa Pinto]





2024/01/23

Curso de António Carlos Cortez sobre Luís de Camões




Luís de Camões 

"sabei que segundo o amor tiverdes tereis o entendimento dos meus versos"

CURSO

por António Carlos Cortez


entre 23 JAN. e 27 FEV. 2024
às 18H30

Na Sala de Âmbito Cultural, piso 6, El Corte Inglês em Lisboa

Organização:




Sinopse:

Neste curso de cinco sessões procurar-se-á dar a ler Camões e algumas das suas composições mais célebres à luz do que, na sua linguagem, essas peças nos dizem hoje. A poesia não é o que um texto diz, mas o modo como diz. Contra a velocidade da nossa época, a poesia pede uma desaceleração, um tempo outro que exige lentidão, atenção, meditação. 

Nos 500 anos de nascimento de Luís de Camões (1524-1580), este curso pretende auxiliar professores, investigadores, leitores em geral, estudantes, bibliotecários e demais comunidade científica, cruzando a poesia de Camões com outros poetas da contemporaneidade e que com Camões dialogam (Carlos de Oliveira, Jorge de Sena, David Mourão-Ferreira, Fiama Hasse Pais Brandão, Gastão Cruz, Vasco Graça Moura). 

Sendo um curso sobre a poesia lírica de Camões, a lição de T. S. Eliot guia-nos no labirinto camoniano: o modo como Camões foi lido por outros poetas ajuda-nos a relê-lo. 

Assim, dois fins se podem atingir no mesmo gesto de leitura: como ler a poesia dum clássico que é moderno? Como ler modernos que se tornaram, influenciados por Camões, clássicos?"

Fonte do texto e da imagem do cabeçalho:





António Carlos Cortez 
Nasceu em Lisboa, 1976.
 Professor, ensaísta, poeta e crítico literário. 
Colabora no JL e na Colóquio-Letras.
Um dia lusíada, romance, 2022.
[Foto no perfil do autor no Facebook]





2024/01/14

O dia em que nasci moura e pereça, conferência por António Carlos Cortez



O dia em que nasci moura e pereça: 

nos 500 anos de Camões (1524-1580)

Conferência

por António Carlos Cortez


14 JAN. 2024 | às 18H30

Sala de Âmbito Cultural, piso 6, El Corte Inglés de Gaia


Organização:



Sinopse:

"Celebram-se, em 2024, os 500 anos do nascimento de Luís de Camões, cuja data, na verdade, mereceu dúvidas entre os camonistas. Um raro e estranho livro de Mário Saa, Memórias Astrológicas de Camões, põe como hipótese a data de 23 de janeiro para o nascimento do poeta. A leitura de três sonetos onde a figuração do sujeito ganha outra dimensão se lida à luz dessa publicação – “O dia em que nasci moura e pereça”, “Enquanto quis Fortuna que tivesse” e “Tanto de meu estado me acho incerto” – é, no fundo, o tema desta conferência.

Seguindo as leituras propostas por, entre outros, Jorge de Sena, Aguiar e Silva e Rita Marnoto, o que se coloca como desafio é não só celebrar a efeméride, mas, sobretudo, sublinhar a originalidade desta voz fundadora da poesia portuguesa e a quem toda a literatura posterior ficou a dever uma maneira de dizer o eu e o mundo nas suas tensões e contradições íntimas. Contradições e tensões, em 2024, nossas."





António Carlos Cortez
Nasceu em Lisboa, 1976.
Professor, ensaísta, poeta e crítico literário.
Colabora no JL e na Colóquio-Letras.
Um dia lusíada, romance, 2022.
[Foto no perfil do autor no Facebook]